Planta
Libanópolis
Distrito da Borda do Campo de São Sebastião
Cidade de São José dos Pinhais
Simplesmente Liba
União, Força e Trabalho
KM 63

In
Memorian
Fundadores
- Sr. Raimundo Gonçalves de Lima (*10/06/1949 +27/05/2020)
- Sra. Aparecida Donizete de Lima
AMA - Decisão- Sra. Aparecida Donizete de Lima
"Entidades e Colaboradores atuantes no Libanópolis"
Associação de Moradores e Amigos
Bairro Dom Rodrigo

"Condomínio Don Rodrigo"
"Loteamento Dom Rodrigo"
"Loteamento Dom Rodrigo"
"Jardim Libanópolis"
"Loteamento Ana Maria""
"Jardim Daguimagri"
"Loteamento Ana Maria""
"Jardim Daguimagri"

- Entidade sem fins lucrativos, que representa as demandas da comunidade do Jardim Libanópolis, Don Rodrigo e área rural de Piraquara, dentro do bairro Dom Rodrigo e adjacências, não possui sede própria, está inscrita no CNPJ-MF nº 04.311.434/0001-63.
Empresa Fundada: em 02/04/2019
Empresa Fundada: em 02/04/2019
Endereço: Em cadastro.
Administração: 2019/2021
Antonio Souza – Presidente
Claudemar Sanches da Rocha –
Vice-Presidente
Eldo Alves Peres – Primeiro Tesoureiro
Geni Lamin – Segundo Tesoureiro
Denise Fonseca – Primeiro Secretário
Rafaelle Decks – Segundo Secretário
Conselho Executivo Administração
J. Muller – Conselheiro
Giovana da Silva Andrade da Rocha –
Conselheiro
Sergio Nakatani – Conselheiro
Wagner Donizeti de Lima – Conselheiro
Edilze Ferreira Bueno – Conselheiro
Regina Ezilda Lopes – Conselheiro
Marisa Kunzel – Conselheiro
Conselho Fiscal
Claudenei Aparecido Fernandes da Rocha
– Conselheiro
Rubens Antonio Chaves da Rosa –
Conselheiro
Pessoas que fazem a diferença
- Pessoas que contribuem com enriquecimento da
Humanidade, Amizade, Civismo
- São pessoas, nomes simples
diretos e objetivos, chamados, comprometidos com o dia a dia de sua Comunidade:
- Pastor da CCB
- Padre Paulo Henrique Sgarabotto
- Sub-prefeito do Distrito da Borda do Campo, José Luis Possebon
- Sub-prefeito do Distrito da Borda do Campo, José Luis Possebon
- Vereadora Lucia Stocco
- Vereadora Mari Temperasso
- Vereadora Mari Temperasso
- Deputado Leopoldo Meyer
Todos os dias novos nomes se agregam, - Chame-os.
Ações
- As Entidades oferecem aos Moradores da Comunidade:
Túnel do Tempo
Resgate Histórico
Jardim Libanópolis
Jardim Libanópolis
- Muitos fatos estão encravados nas rochas, na terra, na
mata, no rio, junto às araucárias do Jardim
Libanópolis, pois a história passa, mas as marcas permanecem.
Siga os caminhos da história dos antepassados aos nossos
dias.
- O Libanópolis, planta localizada no bairro Dom Rodrigo, em São José dos Pinhais, estado do Paraná, é uma “pequena comunidade pequena”, isolada geograficamente das regiões centrais e até mesmo dos bairros adjacentes, encravada entre o Posto Paris e a Praça de Pedágio da BR 277.
Mapa
Bairro Dom Rodrigo
Bairro onde está localizado o Jardim Libanópolis.
Regional Borda do Campo: Borda do Campo, Dom Rodrigo, Jurema e Roseira de São Sebastião.
População:
Regional Borda do Campo: Borda do Campo, Dom Rodrigo, Jurema e Roseira de São Sebastião.
População:
Segundo o censo demográfico realizado pelo
IBGE, em 2010 existiam 616 habitantes no bairro, dos quais 309 eram do sexo
masculino e 307 do sexo feminino. No que diz respeito à raça ou cor, 413
pessoas se declararam brancas; 173 pardas; e 30 pretas.
A média de idade dos habitantes era de 27,7
anos.
Território:
Situado a 14,8 km do centro da cidade, o bairro
Dom Rodrigo possui uma extensão territorial de aproximadamente 5,8 km².
O bairro compreende as chácaras Dom Rodrigo e a Planta Libanópolis. Faz divisa com o bairro Borda do Campo, a área rural do
Município e a cidade de Piraquara.
Equipamentos
Públicos
Esporte e Lazer:
Academia da Terceira Idade (Rod. BR 277, s/nº –
em frente à Balança da ANTT – CEP: 83.075-000).
Cancha de Futebol de Areia (Rod. BR 277, s/nº –
em frente à Balança da ANTT – CEP: 83.075-000).
Parque Infantil (Rod. BR 277, s/nº – em frente
à Balança da ANTT – CEP: 83.075-000).
- Comunidades
Vizinhas:
Borda do Campo de São Sebastião 2.5 km
Colônia Murici 12 km
Guatupê 13 km
Campo Largo da Roseira 17 km
Uberaba 20 km
Parque das Nascentes 21 km
Cajuru 21 km
Timbu Velho 26 km
Santa Gema 31 km
Itajacuru 32 km
Roseira 33 km
Colônia Santa Maria do Novo Tirol da Boca da
Serra 4 km
Colônia Acioly 4.1 km
Vila Escura 5.5 km
- Pontos
Vizinhos:
Cargraphics 0.4 km
Condomínio Morada do Sol 2.7 km
CEP - Centro Eqüestre Paranaense 5.1 km
Represa Piraquara II 5.3 km
Renault do Brasil 6.5 km
Caminho Trentinho – Piraquara 1 km
Caminho do Vinho – São José dos Pinhais 7 km
Localização
Jardim Libanópolis - Coordenadas: 25°32'29"S 49°3'23"W
A Planta Libanópolis ou Jardim Libanópolis é
parte do Bairro Dom Rodrigo, Distrito da Borda do Campo de São Sebastião, no município de São José
dos Pinhais, Paraná.
A localidade está localizada junto à rodovia federal BR 277, Rodovia Ney Braga, ao lado direito, no sentido Paranaguá/Curitiba.
A localidade está localizada junto à rodovia federal BR 277, Rodovia Ney Braga, ao lado direito, no sentido Paranaguá/Curitiba.
O Jardim Libanópolis, está limitado a Leste
pelo Riacho...., a Oeste pela Rua Croácia, junto a Estância Engenho Velho, ao
Norte pela Riacho ....., ao Sul pela Rodovia BR 277.
Nota:
- A BR-277, também denominada como Grande
Estrada, é uma rodovia federal transversal do Brasil. Foi inaugurada em março
de 1969 e tem 730 km de extensão, com início no Porto de Paranaguá e término na
Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu.
Corta o estado do Paraná no sentido
leste-oeste, ao longo do paralelo 25°30', ligando o Porto de Paranaguá à
Curitiba, Campo Largo, Palmeira, Irati, Prudentópolis, Guarapuava, Laranjeiras
do Sul, Cascavel e Foz do Iguaçu. Interliga-se com a Ruta 7, conhecida como
Rodovia Transparaguaia. Esta também obedece à mesma orientação e estende-se
através de 330 km, alcança Assunción. Dali segue rumo à Cañada de Oruro,
fronteira com a Bolívia, passa por Santa Cruz de La Sierra, Cochabamba, La
Paz., na Ruta 33 da Bolívia. Enfim, interliga Cuzco, Nazca e Lima, no Peru.
Assim, a BR-277 é parte integrante da Rodovia Panamericana que de Lima, Capital
do Peru, atinge Paranaguá, no Atlântico, após atravessar a Bolívia e o
Paraguai.
Junto a BR 277, o Jardim Libanópolis está em frente a balança de pesagem da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), e próximo ao pedágio da rodovia, administrado pela empresa Ecovias.
Outro ponto de referência é a empresa gráfica
Cargraphics, que fica do lado oposto da rodovia bem em frente ao Jardim Libanópolis.
Clima
O clima da região é classificado como CFB, representa um clima chuvoso,
sempre úmido, com chuvas regulares durante o ano e temperaturas que chegam a
22°C.
O Jardim
Libanópolis está em uma região próxima da Serra do Mar, no seu platô, entre
os municípios de São José dos Pinhais e Piraquara, região úmida e nebulosa, a
umidade do Oceano Atlântico passa primeiro por aqui, fazendo com que a
temperatura fique sempre abaixo da média em relação a outras localidades
gerando um micro clima diferenciado ao resto da região.
O Jardim Libanópolis,
está localizado junto a bacia do Rio Itaqui, localiza-se na divisa dos
municípios de Piraquara e São José dos Pinhais, municípios pertencentes à
Região Metropolitana de Curitiba que está inserida no Primeiro Planalto.
O primeiro planalto apresenta uma paisagem suavemente ondulada
com planícies de várzeas intercaladas por sedimentos fluviais do Quartenário
recente, formadas por areias, argilas e cascalhos; e sedimentos provenientes do
Quartenário Pleistocenio, formados por areias, argilas, arcósias e cascalhos.
A geologia da região é composta pelos sedimentos da Formação
Guabirotuba, do Complexo gnáissico-migmatito e pelos aluviões e terraços aluvionares.
A Formação Guabirotuba é formada por argilitos e arcósios,
sedimentos depositados no Quartenário – Pleistoceno, que após sucessivas fases
de erosão e deposição geraram e dissecaram a superfície do Alto Iguaçú.
Já o complexo gnáissico-migmatito é formado por migmatitos,
gnaisses e quartzitos provenientes do período Proterozóico Inferior.
Os aluviões e terraços aluvionares são, por sua vez, sedimentos recentes
oriundos da erosão e deposição das rochas intemperizadas (MINEROPAR, 2001).
Até então, o espaço onde atualmente se
localiza o município de São José dos Pinhais, foi ocupado por grupos das
sociedades indígenas.
Primeiramente foram os povos caçadores e
coletores.
Na época da chegada dos portugueses o
primeiro planaito era habitado por grupos que pertenciam às famílias
linguísticas: Jê e Tupi-Guarani.
Os primeiros europeus que circularam por
terras paranaenses eram portugueses e espanhóis em busca de riquezas naturais.
São José dos Pinhais
(Destaque em vermelho)
(Destaque em vermelho)
Foi da Província de São Paulo que partiram várias expedições
(Bandeirantes) para os sertões brasileiros em busca de ouro ou de índios para o
trabalho escravo.
São José dos
Pinhais
Criação
do Município de São José dos Pinhais
Em 1642, o
território de São José dos Pinhais, habitado por índios Coroados, sofreu a primeira incursão de civilizados, quando
mineradores procedentes de São Paulo penetraram pela Serra do Mar até as
Jazidas do rio São João, sobre a Serra de Araçatuba.
Nota:
- O termo coroados é a denominação atribuída
no passado pelos portugueses aos indígenas de grupos de filiações linguísticas
e regiões geográficas diversas, por usarem o que se entendia como sendo coroas
de plumas na cabeça. Foram assim chamados os caingangues de São Paulo, Paraná,
Santa Catarina e Rio Grande do Sul; os caiapós do norte de Mato Grosso; bem
como os bororos, os coropós, os puris e os xerentes.
Uma delas descobriu pequena quantidade de
ouro no litoral paranaense e como consequência ali se formou um pequeno
povoado. Pouco tempo depois.
Em janeiro de 1649, era
instalada a Vila de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá.
Procurando descobrir ouro em outras
localidades paranaenses, partiram de Paranaguá duas expedições.
Em 1649, uma
expedição e outra em 1651, o resultado foi animador, pois Ébano Pereira, chefe das duas expedições,
registrava em um relatório a descoberta de ouro em rios do planalto.
Ébano Pereira
(Monumento na Praça Santos Dumont, CTBA)
A notícia da descoberta de ouro nestes rios
provocou o surgimento do Arraial Grande, um pequeno povoado situado junto ao
Rio do Arraial. Foi ele o primeiro povoado português das terras são-joseenses.
Documentos antigos freqüentemente a citam sob
o nome de Arraial Grande, aglomeração de mineiros. Ainda hoje existem vestígios
dos trabalhos feitos para a extração do ouro. A esses primeiros povoadores da
região seguiram-se desbravadores que fixaram residência em choupanas espalhadas
pelas fazendas de criar, onde também fizeram plantações. Afora a procura de
metais preciosos e a criação de gado, a exploração do mate foi outro fator
determinante do povoamento.
O crescimento do Arraial Grande aconteceu de
uma forma rápida e desordenada, pois nele os portugueses pretendiam permanecer
somente enquanto houvesse ouro para explorar.
Na mesma época do surgimento deste povoado,
diversos portugueses se tornaram proprietários de grandes extensões de terras
no espaço hoje ocupado pelo Município. Entre eles, estava o padre João da Veiga Coutinho que se tornou
dono das fazendas Águas Bellas e Capocu.
A Fazenda Águas Bellas possuía uma excelente
localização, pois era cortada por importantes caminhos percorridos pelos
primeiros colonizadores.
Em 1690, nesta
Fazenda, provavelmente junto à sua sede, ocorreu a inauguração da Capela de Bom
Jesus dos Perdões.
Nota:
- A presença da Igreja Católica era
importante para o lugar isto porque, na época, a Igreja fazia parte do processo
administrativo de colonização.
Com a inauguração desta Capela, o espaço
são-joseense passou a ter uma autoridade que representava o Governo Português.
O motivo principal da criação do Município,
todavia, foi a doação de terras feita por Antônio
Taques e sua espôsa a imagem de Bom Jesus dos Perdões, que seria o primeiro
nome do arraial a formar-se.
O padre João
da Veiga Coutinho a esta Capela, doando-lhe todos os seus bens, dentre os
quais as fazendas de Capocu e Águas Belas, onde se erguia o templo. Estas duas
fazendas pertencem hoje a particulares e da igreja pouco resta.
Em 1721, o Ouvidor
Geral Raphael Pires Pardinho
solicitava a eleição das primeiras autoridades para a Freguesia de São José.
Ouvidor Pardinho
Na organização administrativa colonial, as
freguesias eram povoações que contavam com uma autoridade eclesiástica local e
possuíam representantes junto à administração pública da vila a que pertenciam.
Em 1750, por volta,
o ouro era pouco, sua exploração estava praticamente extinta. Sem outra
atividade econômica lucrativa, o crescimento populacional foi muito lento.
Durante todo o século
XVIII e a primeira metade do século XIX, a
Freguesia de São José possuía uma população pobre e dispersa, onde a grande
maioria vivia de uma agricultura de subsistência. Embora fosse esta freguesia
uma das maiores da região, ela foi abandonada pelas autoridades locais (Câmara
Municipal da Villa de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de Curitiba), como
também pelas autoridades regionais (Capitania de São Paulo e depois Província
de São Paulo).
Em 1820, pela
tradição, compendiada por Saint-Hilaire,
afirma ter sido esta a primeira povoação existente no planalto curitibano.
Viagem
à comarca de Curitiba
- Publicado originalmente na França em 1851,
o texto integrava o relato da primeira viagem do grande botânico francês
(1779-1853) a São Paulo, província à qual pertencia na época o Paraná.
Saint-Hilaire entrou na região em 1820 por Itararé e percorreu Castro,
Curitiba, Paranaguá e Guaratuba, descrevendo os chamados campos gerais, as
vilas e as fazendas, seu aspecto físico, costumes e povos indígenas, e
deslocando-se depois para Santa Catarina. Outros oito volumes da Coleção
Brasiliana reproduzem os escritos de Saint-Hilaire sobre as regiões do país que
visitou.
Nota:
- Augustin
François César Prouvençal de Saint-Hilaire (Orleães, 4 de outubro de 1779 —
Orleães, 3 de setembro de 1853) foi um botânico, naturalista e viajante
francês. O estudioso pertenceu aos primeiros grupos de cientistas, vindos da
Europa, para realizarem suas pesquisas e explorações no Brasil Colônia, durante
os anos de 1816 e 1822, período no qual a corte portuguesa estava instalada no
país, na cidade do Rio de Janeiro. Saint Hilaire
Em 16 de julho de 1852, foi sancionada a Lei nº 10 da Província de São Paulo, criando a Villa de São José dos Pinhaes.
Em 08 de janeiro de 1853, ocorreu a sua instalação e a posse solene dos primeiros vereadores.
Nota:
- Com essa categoria, os melhoramentos
urbanos foram surgindo: primeira escola (1865), agência postal (1876), agência
telegráfica (1890), iluminação pública e serviço telefônico (1910). Desde então
seu desenvolvimento foi progressivo.
Em 27 de dezembro de 1897, com a Lei Estadual nº 259, esta Villa recebeu a categoria de Cidade.
Assim, a sede do Município passou a ser a Cidade
de São José dos Pinhais.
A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
também criou em São José dos Pinhais alguns distritos administrativos.
O primeiro deles, com seus limites citados na
Lei Estadual nº 790 de 14 de novembro de 1.951, foi o Distrito de Campo Largo
da Roseira.
Depois foram criados mais cinco distritos e
sancionados pelas seguintes leis: Lei Estadual nº 5.597 de 21 de junho de
1.967, que cria o Distrito Administrativo e Judiciário de Colônia Murici; Lei
Estadual nº 7.306 de 13 de maio de 1.980, que cria o Distrito Administrativo de
Cachoeira de São José; Lei Estadual nº 8.429 de 12 de dezembro de 1.986, que
cria o Distrito Administrativo de São Marcos; Lei Estadual nº 8.431 de 12 de
dezembro de 1.986, que cria o Distrito Administrativo de Borda do Campo de São
Sebastião; e Lei Estadual nº 8.969 de 02 de maio de 1.989, que cria o Distrito
Administrativo de Marcelino.
Gentílico: são-joseense
Formação
Administrativa
Distrito criado com a denominação de São
Paulo, em 1754.
Elevado à categoria de vila com a denominação
de São Paulo, pela lei provincial nº10, de 16-07-1852, desmembrado do município
de Curitiba. Sede na antiga povoação de São Paulo.
Constituído do distrito sede. Instalada em
08-01-1853.
Elevada à condição de cidade com a
denominação de São José dos Pinhais, pela lei estadual nº 259, de 27-12-1897.
Em divisão administrativa referente ao ano de
1911, o município São José dos Pinhais (ex São Paulo) é constituído do distrito
sede.
Assim permanecendo em divisão administrativa
referente ao ano de 1933.
Em divisões territoriais datadas de
31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 4 distritos: São
José dos Pinhais, Agudos, Ambrósios e Mandirituba.
Pelo decreto estadual nº 7573, de 20-10-1938,
o distrito de Ambrósio tomou a denominação de Tijucas.
No quadro fixado para vigorar período de
1939-1943, o município é constituído de 4 distritos: São José dos Pinhais,
Agudos, Mandirituba e Tijucas (ex-Ambrósios).
Pelo decreto-lei estadual nº 199, de 30-12-1943,
os distritos de Agudos e Tijucas tomaram a denominação, respectivamente, de
Carijós e Aruatã.
No quadro fixado para vigorar período de
1944-1948, o município é constituído de 4 distritos: São José dos Pinhais,
Aruatã (Tijucas), Carijós (ex-Agudos) e Mandirituba.
Pela lei estadual nº 790, de 14-11-1951,
desmembra do município de São José dos Pinhais os distritos de Aruatã Agudos do
Sul (ex-Agudos), para constituir o novo município de Tijucas do Sul. Elevado à
categoria de município com a denominação de Tijucas do Sul. A lei estadual
acima citada é criado o distrito de Campo Largo da Roseira e anexado ao
município de São José dos Pinhais.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955,
o município é constituído de 3 distritos: São
José dos Pinhais, Campo Largo da Roseira e
Mandirituba.
Assim permanecendo em divisão territorial
datada de 1-VII-1960
Pela lei estadual nº 4245, de 25-07-1960,
desmembra do município de São José dos Pinhais o distrito de Mandirituba.
Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963,
o município é constituído de 2 distritos: São
José dos Pinhais e Campo Largo da Roseira.
Pela lei estadual nº 5597, de 21-07-1967, é
criado o distrito de Colônia Murici e anexado ao município de São José dos
Pinhais.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1968,
o município é constituído de 3 distritos: São José dos Pinhais, Campo Largo da
Roseira e Colônia Murici.
Assim permanecendo em divisão territorial
datada de 1-I-1979.
Pela lei estadual nº 7306, de 13-05-1980, é
criado o distrito de Cachoeira São de São José e anexado ao município de São
José dos Pinhais.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1983,
o município é constituído de 4 distritos: São
José dos Pinhais, Cachoeira São de São José,
Campo Largo da Roseira e Colônia Murici.
Pela lei estadual nº 8429, de 12-12-1986, é
criado o distrito de São Marcos e anexado ao município de São José dos Pinhais.
Pela lei estadual nº 8431, de 12-12-1986, é
criado o distrito de Borda do Campo de São Sebastião e anexado ao município de
São José dos Pinhais.
Em divisão territorial datada de 1988, o
município é constituído de 6 distritos: São José dos
Pinhais, Borda do Campo de São Sebastião,
Cachoeira de São José, Campo Largo da Roseira, Colônia Murici e São Marcos.
Assim permanecendo em divisão territorial
datada de 1995.
Pela lei nº, de, é criado o distrito de
Marcelino e anexado ao município de
São José dos Pinhais.
Em divisão territorial datada de 2001, o
município é constituído de 7 distritos: São José dos
Pinhais, Borda do Campo de São Sebastião,
Cachoeira de São José, Campo Largo da Roseira, Colônia Murici, Marcelino e São Marcos.
Assim permanecendo em divisão territorial
datada de 2007.
Alteração toponímica municipal
São
Paulo para São José dos Pinhais, alterado pela lei estadual nº 259, de
27-12-1897.
Mata Atlântica e Rio
Itaqui
A Mata Atlântica junto com o Rio Itaqui divide
os municípios de São José dos Pinhais e Piraquara, margeado pelo Jardim Libanópolis.
Essa região é cortada pelo rio Itaqui, que deságua no rio Iguaçu, que atravessa o estado do Paraná e forma o espetáculo que são as Cataratas do Iguaçú.
O Libanópolis é o primeiro a receber as águas
do rio Itaqui, antes que ele siga seu caminho rumo ao rio Iguaçu.
Histórico
Planta
Libanópolis
A Planta
Libanópolis foi criada na década de 1990, através de um investimento
imobiliário, um loteamento que teve a finalidade de promover a urbanização da
região, na época totalmente agrícola.
A distância de outras regiões urbanizadas não
favoreceu o desenvolvimento do bairro durante muito tempo.
Atualmente, apesar das dificuldades, mas com a
aceleração do crescimento das áreas urbanas em São José dos Pinhais, houve uma
evolução gradativa em vários aspectos na infraestrutura da localidade.
acredita na força do trabalho e temos a certeza de que os problemas serão resolvidos com união e força de vontade.
acredita na força do trabalho e temos a certeza de que os problemas serão resolvidos com união e força de vontade.
Isolamento
Uma característica do Jardim Libanópolis, é o isolamento geográfico, ou seja, a distância
da nossa comunidade em relação aos lugares estruturados de São José dos
Pinhais.
O acesso a serviços é difícil se não tiver um
veículo particular. Esta condição acarreta efeitos diversos as necessidades as
vezes básicas das pessoas.
- Muitos fatos estão encravados nas rochas, na
terra, na mata, junto às araucárias do Jardim Libanópolis, pois a história passa, mas as marcas
permanecem.
Lembranças do Passado
- A Planta Libanópolis tem uma identidade diversa, junto ao Bairro
Dom Rodrigo, desde o inicio de nossa colonização, em São José dos Pinhais
muitas foram às raças que a compuseram: portugueses, alemães, italianos,
ingleses, afros, árabes, asiáticos, que aqui exerciam seu ofício, e dos nativos
da terra os Tupi-Guarani aprendemos novos ofícios e utilizações, e todos nos
ensinaram o valor da Família, do Trabalho e das tradições de cada um para
todos.
Famílias
Família Rocha –
Fundadores
Família
Nossas Histórias - Libanópolis
Atividade da Pesca
- No Jardim Libanópolis a atividade de pesca
artesanal é comum e realizada por seus moradores no rio, riacho, represa, cavas
da região, uma simples vara de pesca, isca e muita paciência.
A Festa da Igreja
- Esta é a festa característica da comunidade
do Jardim Libanópolis, a famosa festa da igreja. Uma festa de etnias, a
comunidade tem data fixa para sua festa, cuja finalidade é conseguir fundos
para a paróquia e as ações da própria comunidade, além de ser uma bela
oportunidade de confraternização.
- Um dia antes, se realiza o Grande Baile, à
noite, todos se preparam; os melhores trajes, o melhor perfume, o melhor
cabelo.
A janta nas casas, neste dia é servida mais
cedo, os homens se preparam primeiro e as mulheres, como elementar, vão
aproveitar até o último momento para o glamour.
O salão está cheio, a cerveja bem gelada, as
moças se agitam, formam-se grupo, e riem muito, esperam o indescritível momento
do início do baile.
Vem à primeira música para estímulo, preparar o
espírito de todos, - a música agora já está a toda e a pista vai ficar cheia
por horas. Vários estilos musicais são tocados.
Os mais velhos como sempre mostram maior
disposição, girando e girando pelo salão.
No fim do baile, já em casa, pelas altas horas,
os mais novos tem de dar a cama para as visitas, estas, com sono e meio
cambaleante.
Todos vão dormir, pois pela manhã a festa
continua.
- Já é o outro dia, o DJ, roda da fortuna, tudo
premiado, pescaria, as barraquinhas, boa comida, o bom assado, este é o estado
de espírito de uma festa aguardada com ansiedade.
O sino avisa que o culto vai começar na Capela
de Nossa Senhora dda Conceição Aparecida, e convida toda a comunidade a
participar, o hino inicial e tocado e cantado.
O culto é ecumênico festivo pelo regozijo de
estarmos unidos e bem.
Com o fim do culto, foguetes estouram no Jardim
Libanópolis, todos se dirigem a festa, o som do musical começa com um bom
dobrado que faz lembrar os “bons tempos”.
Momentos que sempre serão bons se a gente
souber vivê-los, no momento em que se apresentam.
Um grande número acompanha os músicos com
dança, e outros vão até o balcão onde as primeiras cervejas fazem a festa,
também há caipirinha e whiski, e muito refrigerante para a gurizada.
E o almoço festivo, tem o que é melhor, carne e
frango, farinha e salada.
Não é possível fazer uma festa de igreja sem
Roda da Fortuna, sem esquecer a Grande Rifa, e o seu prêmio feito pelas mãos
habilidosas da comunidade.
Depois do bom almoço, uma boa roda de bate
papo, com mais danças, cervejas, barraquinhas e brincadeiras, é claro!
Os grupos organizados da comunidade, infantil e
adulto participam com apresentações de coral, teatro, danças, karaokê.
- Assim, olhando de longe, o ambiente é típico,
as lâmpadas, a brisa da Serra, os fogos, as bandeirinhas, muito coloridas,
parecem mãos em despedida, os responsáveis começam a tudo desmontar e recolher,
fazer as contas, - e ficamos com aquele gostinho de quero mais, para o próximo
ano, aguardando os novos festeiros e a comissão se reunirem.
– Assim é a Festa da Igreja no Libanópolis, um
pouco mais, um pouco menos!
Fofocar
Como em qualquer outro lugar, outra atividade presente é a boa e velha fofoca, aqui a fofoca também tem seu destaque, não importa de quem, mas tem que se falar.
Faz parte do cotidiano, nada de mal; no final são todos Amigos.
Fofocar
Como em qualquer outro lugar, outra atividade presente é a boa e velha fofoca, aqui a fofoca também tem seu destaque, não importa de quem, mas tem que se falar.
Faz parte do cotidiano, nada de mal; no final são todos Amigos.
Observação Histórica
Contemplação:
Araucárias
Mata Atlântica
Serra do Mar
Capela N. S. da
Conceição Aparecida CCB - Libanópolis
A capela de Nossa Senhora da Conceição
Aparecida foi inaugurada em uma casa de madeira adaptada em............., o
pároco Padre .............., com a comunidade, uniram esforços para a
construção da Capela em alvenaria.
Capela em construção
O novo prédio em estilo eclético, construído
pela comunidade, confirma a união em torno da fé.
CCB - Libanópolis
- Templo da Congregação Cristã do Brasil, junto a marginal da rodovia BR 277.
- Templo da Congregação Cristã do Brasil, junto a marginal da rodovia BR 277.
CCB - Libanópolis
Eventos
A comunidade tem sua origem cultural na base
lusitana. Devido à migração de pessoas, a partir da década de 1990, houve um
significativo aumento demográfico, agregando outras apropriações culturais às
manifestações locais, contribuindo para a formação da diversidade cultural da
comunidade.
- A comunidade é fortemente influenciada pela
cultura da cidade, trazida e cultivada pelos nativos e imigrantes que
colonizaram a região.
Tradições Gaúchas
São preservadas pela comunidade, com a
participação em fandangos, cavalgadas e o tradicional chimarrão é seivado ao
nascer e por do sol.
Aos domingos o bom churrasco com cerveja, que
confraterniza o espírito em Família.
Páscoa
Comemorado no período entre os meses de
Fevereiro, Março e Abril de cada ano, passado o Carnaval entra a Quaresma ou “Ciclo
Pasqualino”, “40 dias
após a Quarta-feira de Cinzas”, e termina no Domingo de Páscoa.
Neste período, antes da Semana Santa, ocorre a
tradicional Procissão de Nosso Senhor dos Passos na igreja matriz da comunidade
Nossa. A cerimônia religiosa oficial no centro histórico da cidade na qual
participam várias paróquias. Essa procissão reveste-se de muita ornamentação
litúrgica e é conhecida pela grande audiência popular.
No domingo de Páscoa, pela tradição germânica,
as crianças são agraciadas com doces em forma ou dentro de ovos e coelhos para
lembrar a criação e a ressurreição de Cristo.
Festa do Divino
Comemorado entre Maio e Junho, inicia na
Quaresma, com a saída da “Bandeira do Divino Espírito Santo”, que percorre as casas coletando donativos
para a festa, que acontece no Dia de Pentecostes, “50 dias após a Quarta-feira de Cinzas”. A bandeira é carregada por foliões que
pertencem às Irmandades do Divino Espírito Santo.
È comum as bandeiras amanhecerem nas romarias e
como o “Terno de Reis”, os foliões recebe comidas e bebidas dos agraciados com a vista.
A festa popular propriamente tem a duração três
dias, nos quais a o “Cortejo Imperial”, missa festiva, quermesses, bailes,
apresentações folclóricas e queima de fogos.
O bom Fandango, no segundo dia, este
maravilhoso ritmo português como no Ribatejo, introduzido no Rio Grande do Sul,
como uma de nossas tradições de música e dança.
No último dia, são coroados o “Imperador
e a Imperatriz” e eleito o “Festeiro
ou Mordomo” que
coordenará as festividades do ano seguinte.
A comunidade do Jardim Libanópolis tem grande
satisfação em participar de todas as etapas da festa. – Assim Será.
Festas Juninas
Comemoradas no mês de Junho, as
festas de “São João, São Pedro e Santo Antônio”, ocorrem entre 13 de junho dia de Santo
Antônio, passando por São João dia 24 de junho e com término no dia 29 de junho
dia de São Pedro e São Paulo, nas quadras das escolas e praças públicas.
Com grande Fogueira para durar a noite toda
(pela tradição anunciando o nascimento do profeta São João, primo de Jesus).
Na culinária junina predomina o pinhão,
batata-doce, cocada, pé-de-moleque, canjica e pamonha e como bebida o quentão
(com vinho, gengibre, canela, açúcar e bem quente).
Nas danças apresentam a Quadrilha, Pau-de-Fita
e o Casamento na Roça (interpretado e depois dançado), a Ratoeira que é uma
ciranda brasileira.
- A dança do Pau-de-Fita, de múltipla origem
(portuguesa, alemã, espanhola), também chamada de “Jardineira ou Dança dos Arcos de Flores”. È apresentada em oito duplas de casais que
trançam fitas coloridas presas a um mastro alto. Depois, desfazem o trançado sem
poder errar, acompanhada de muitas canções e versos rimados.
Festa das Crianças
Realizada no mês de outubro com as crianças da
comunidade, com apresentações, brincadeiras e distribuição de brinquedos.
Festa de N. S. da
Conceição Aparecida
A padroeira da comunidade, no dia 12 do mês de
outubro, com missa e almoço festivo, não esquecendo os antepassados que estão
presentes na mesa de seus moradores, em uma boa receita, carne assada, uma
farofa de mandioca ou milho, e onde não falta um vinho ou cerveja gelada.
Natal
Comemorado no período entre os meses de
Dezembro e Janeiro de cada ano, onde entram em cena as Folias e os Ternos de
Reis.
Grupo de cantadores que anunciam em verso a
chegada dos “Santos Reis”, visitando espontaneamente as casas das famílias; festa que
pode entrar noite à dentro (desde que o dono da casa mantenha a oferta de comes
e bebes).
- No dia 25 de Dezembro, o Jardim Libanópolis
celebra missa, com a tradicional encenação do Presépio Vivo por jovens da
comunidade, à premissa é pela reunião em “Família”.
Preocupação Ecológica
- A comunidade tem uma grande preocupação
ecológica com a fauna, principalmente de mamíferos, marsupiais, répteis e as
mais de 200 espécies de pássaros nativos e em passagem, que existem nas células
de mata nativa e em toda a serra.
A preservação dos remanescentes de Mata
Atlântica na região, onde pode ser observado várias espécies vegetais, de
riquíssima florada e frutos.
Preservar
Porque Reciclar
Para diminuir a exploração de recursos naturais
e o consumo de energia.
- Reduz a poluição do solo, da água e do ar,
- Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de
vida de toda a Comunidade,
- Gera receita pela comercialização dos recicláveis
e emprega para a população ainda não qualificada,
- Contribui para formar uma consciência
ambiental e valorizar a limpeza urbana.
Reduzir, Reutilizar
e Reciclar, são as palavras “da hora”.
- “Evitar
o excesso de embalagens na hora de embalar as compras deve ser um hábito.”
Só de sacolas plásticas de supermercado (sem
retorno) é distribuído 1 bilhão por mês no Brasil. No mundo todo é consumido 1
milhão de sacos plásticos por minuto. Agora junte os fatos: o plástico é um
derivado do petróleo e leva séculos para se decompor, porém foi inventado há
menos de 80 anos. Já dá para imaginar a quantidade de plástico que vaga por aí,
em algum lugar do planeta.
A embalagem é hoje em dia uma presença tão
constante no quotidiano de qualquer um de nós, e que se reveste de tão grande
importância, que se torna difícil ficar indiferente ao sub-aproveitamento a que
é condenada e as conseqüências que isso acarreta para a qualidade do Ambiente e
para nossa Vida.
Não é fácil ao ser humano adaptar-se a uma
situação, se esta não for difundida principalmente desde nossa infância, a fim
de haver a conscientização da necessidade, ou não, de determinada forma,
maneira ou norma.
Mesmo assim diante dos acontecimentos do mundo
moderno, e o modelo sócio ambiental sustentável, torna-se impar a pessoa
agregar modelos para tornar a vida em grupo aceitável em qualquer momento de
sua vida, pois a necessidade de muitos começa com a necessidade de um.
Nesta visão atualizada, da realidade de hoje, e
de nossa necessidade diária, da otimização do tempo e mudança gradual de
hábito, diante do que o Meio Ambiente poderá absorver, vemos ser importante a
idéia de substituir a Sacola Plástica pela Bio-Bag (Sacola Retornável) em
tecido ou outro material.
Temos que ser objetivos que as coisas não
acontecem de uma hora para outra, neste caso temos que ter um meio termo até
sua total implantação, uma fase intermediária, a substituição da sacola
plástica que no modelo atual demora até 400 anos para se decompor, pelo
BioCargo (Saco de Papel), que assim como o saco plástico também é reciclável,
mas se cair na natureza será melhor absorvido, sem tanta agressão, por se
decompor entre 3 e 6 meses.
- Tente substituir a Sacola Plástica, uma das
vilãs do meio ambiente, que demora 300 anos para se decompor, por Eco Bag ou
outra bag retornável,
- Outra embalagem poluidora é a Pet de
refrigerantes e Embalagens Plásticas de produtos de limpeza, prefira bebidas em
garrafa de vidro retornável ou lata, e embalagens de produtos econômicos.
SUSTENTABILIDADE
SUSTENTABILIDADE
Faça a
sua parte, - se importe primeiro com o que você pode fazer.
Secretaria Municipal do Meio Ambiente
IAP – Instituto Ambiental do Paraná
Um lugar para os ciclistas
Pedalar sempre foi uma atitude recomendável
para todas as pessoas, o exercício aliado à comodidade em pequenos trechos é cada
vez mais bem vindo apelo para a sustentabilidade e o meio ambiente, o que faz
da bicicleta uma alternativa cheia de vantagens.
No Jardim
Libanópolis, existem mais alguns motivos para se considerar este meio de
transporte. Por estar isolada geograficamente, a distância entre a comunidade e
o centro comercial mais próximo (onde se pode comprar, vender ou ter acesso a
serviços básicos) é razoável, mas o trecho é relativamente plano favorecendo o
percurso em bicicleta.
Ida e Volta a Borda
- É fato, que pedalar em uma rodovia é perigoso,
é fato que ciclistas perdem a vida.
- É fato também, que a concessionária da rodovia
já deu sinais de que não aprova a utilização do acostamento pelos ciclistas, e
nesse ponto, você se pergunta: vale mesmo a pena correr o risco?
Essa é uma reflexão que cabe a cada um; é
importante que você esteja seguro das condições antes de fazer qualquer coisa;
Algo que deve ficar claro, é que pedalar em rodovias é um direito do ciclista,
previsto no Código de Transito Brasileiro, como sabemos, a aplicação de leis no
Brasil está longe daquilo que desejamos, por isso, o bom senso ainda deve
prevalecer quando se trata de dividir espaço com outros meios de transporte.
Pense com carinho na ideia de se deslocar
utilizando a bicicleta, procure conhecer as iniciativas de defesa deste meio de
transporte, com certeza vale a pena defender essa causa.
Se você já utiliza a bicicleta, conheça os
sites voltados para essa modalidade, eles com certeza trazem informações
preciosas:
www.vadebike.org tem informações bem organizadas e pode ajudar
bastante tanto os iniciantes quanto os mais experientes no ciclismo.
http://vadebike.org/2004/09/dicas-para-o-ciclista-urbano/ traz orientações de segurança para pedalar junto
ao trânsito e pedestres.
www.bicicletadacuritiba.org você conhece as iniciativas dos ciclistas e
ciclo ativistas na região de Curitiba, além de opiniões e manifestos sobre
políticas e direitos daqueles que utilizam transporte alternativo.
Referência
BR 277
O tráfego de caminhões é intenso e da mesma forma, carros de passeio utilizam a rodovia com destino às praias e a região litorânea do Paraná.
Esses fatores fazem com que a rodovia que é a
principal ligação do Jardim Libanópolis com toda a região e a capital Curitiba,
se torne um trajeto perigoso. Este aspecto é ainda mais grave se consideramos a
topografia da região:
- Quem retorna do litoral pela rodovia, sobe a
serra enfrentando condições muito adversas como o grande número de curvas e a
intensidade das mesmas, além da forte neblina, que com frequência, toma a
região da serra. O resultado dessa soma de condições é um motorista que chega
bastante tenso ao planalto da região metropolitana de Curitiba.
- E tão logo na chegada, após a praça de
pedágio, encontra uma via totalmente diferente, um trecho de pistas plano e
totalmente reto, um convite ao abuso de velocidade.
Dados:
A BR 277 ao sair de
Curitiba, a rodovia se sobrepõe a Rodovia do Café, até sua interação com seu
trajeto original no km 140. Administrada por três concessionárias diferentes,
ao longo de distintos trechos da mesma, está duplicada de Paranaguá à sua
interseção com a BR-376 no km 140, e de Medianeira à Foz do Iguaçu.
Os 86,5 km da BR 277 que
correspondem à transposição da Serra Do Mar compõem um capítulo à parte na
história da rodovia, pois foram fruto de uma urgente demanda por infraestrutura
no estado.
Em meados do século XX,
transcorridos quase setenta anos da conclusão da Estrada Da Graciosa, esta já
se encontrava saturada e não mais permitia uma locomoção à altura das cargas
entre o porto e a capital; bem como dos veranistas, que na época ainda não eram
tão numerosos. Operando também a estrada de ferro na sua máxima capacidade,
formava-se um gargalo atravancando o desenvolvimento paranaense.
Apenas em 1946, vislumbrou
saída com os primeiros estudos para a construção da então chamada “BR 35 –
Leste”. Foi escolhido para sua extensão o lado oposto da mesma “garganta” que
outrora deu passagem aos primeiros povoadores de Curitiba, na qual se assenta o
antigo Caminho Do Arraial.
Somente em 05 de maio de
1950, foram iniciadas as obras, a cargo da firma Lysimaco Da Costa & Irmão,
a qual viria a executar 12.611.565.781m³ de terraplanagem. Finda essa etapa, o
DER assumiu a condução dos trabalhos visando cumprimento da promessa eleitoral
do governador Ney Braga, quem hoje cede oficialmente o nome à estrada, conforme
lei de 2001.
Construção da Estrada Curitiba/Paranaguá
Anteriormente houve a
sugestão de alguns intelectuais para que se chamasse Dom Pedro II, homenageando
este que foi o primeiro chefe de estado a cruzar a serra, em 1880.
Tão inóspito era o trecho
serrano que às vezes os operários ficavam isolados, sem receber materiais e
víveres durante breves períodos.
Os 230 dias de chuva ao
longo do ano de 1967 prejudicaram a já tardia conclusão do asfalto.
Em 06 de abril de 1968,
ocorreu a inauguração, que só se deu com uma das pistas ainda incompleta. O
modelo de contrato com as empresas participantes contribuiu para a demora, pois
este as remunerava pelo tempo de serviço.
Tanto dinheiro gasto em tão
poucos resultados atraiu a atenção da imprensa nacional, através de ácidas
reportagens da revista Panorama e do jornalista David Nasser para o Cruzeiro. A
reviravolta que acelerou o andamento das obras veio quando o governo, instruído
por um conhecido advogado carioca, passou a soltar as ordens de serviço todas
de uma vez, obrigando as empreiteiras a fazer fortes investimentos em
maquinário para poder cumprir o que fora contratado.
No local de maior beleza na
serra foram feitos dois grandes viadutos, o Caruru – última obra a ser
concluída – e o dos Padres – que é a estrutura mais extensa.
Ao cortar a faixa inaugural,
no km 0 em Paranaguá, o presidente Costa E Silva se admirou com a grandeza da
estrada e brincou dizendo que gostaria de percorrê-la a pé. Mais tarde se
dirigiu ao ponto final dela, sendo bem recebido pelo povo no Centro Politécnico
da capital.
Foi grande a satisfação dos
trabalhadores, a quem as empreiteiras ofereceram uma churrascada em comemoração
ao fim da obra. Duas horas de ser a via concedida ao tráfego, saiu da
rodoviária (na época o Terminal Guadalupe) o primeiro ônibus da Viação Graciosa
com destino a Paranaguá, tendo seu preço reduzido de NCr$ 2,40 para NCr$ 1,65;
e seu percurso diminuído em 40min comparando-se à rota anterior.
Morro Do Cabrestante e
região entre Viaduto Caruru e Viaduto Dos Padres.
A facilitação do transporte
possibilitou de imediato um aumento em 20% nas exportações pelo porto de
Paranaguá. Com isso o litoral paranaense vivenciou um êxtase imobiliário e um
crescimento do turismo, antes pouco expressivo.
A duplicação veio 20 anos
depois por obra da empreiteira C. R. Almeida, que aproveitou as estruturas
deixadas pelos construtores para os novos viadutos e pontes. Contudo atualmente
uma nova saturação se aproxima, criando a possibilidade de que futuras soluções
venham a impactar o meio ambiente na Serra Do Mar e nas praias. Exemplos disso
são os projetos de duplicação da PR 407, a criação do porto de Pontal Do Sul e
do trecho paranaense da BR 101; que entre outras ideias, contariam com grande
anuência de órgãos ambientais.
Em 1997, esta e demais
rodovias do estado passaram por um processo de concessão, formando o Anel de
Integração do Paraná.
Desde então a BR-277 é
operada por quatro concessionárias de rodovias. Partindo do Km 0 em Paranaguá
até Curitiba, é operada pela empresa Ecovia, uma subsidiária da empresa
EcoRodovias. O trecho seguinte, de Curitiba até o Km 140, em São Luiz do
Purunã, é operado pela RodoNorte, subsidiária da Companhia de Concessões
Rodoviárias. A concessionária Caminhos do Paraná opera o Lote 4, de São Luiz do
Purunã até Guarapuava. E de Guarapuava a Foz do Iguaçu, o Lote 3 é operado pela
concessionária Ecocataratas, outra subsidiária da EcoRodovias. Todos os
contratos de operação dos lotes têm validade de 24 anos.
Mortes na Rodovia
O Jardim
Libanópolis por estar às margens de uma rodovia tem algumas desvantagens,
principalmente em relação à segurança.
Muitos já deixaram sua vida por atropelamento
ou acidente. A circulação de veículos é intensa, e a velocidade sempre superior
à permitida, em 2018 em 110 km por hora.
Todos os domingos ocorrem os verdadeiros rachas
organizados, com participantes de carro ou moto, que descem a reta após a praça
de pedágio, sentido Curitiba, competindo em altíssima velocidade.
Vale lembrar que a BR 277, no trecho em que se
encontra o Jardim Libanópolis é um caminho perfeitamente alinhado; um trecho
razoável de pista em perfeitas condições e sem nenhuma curva ou redutor de
velocidade. É um convite para quem gosta de pisar fundo.
Balança ANTT
A Balança de pesagem da rodovia BR 277, km 63 está localizada em frente ao Jardim Libanópolis.
Antes da rodovia ser pedagiada em 1996, neste local ficava o posto da PRF – Polícia Rodoviária Federal, que foi transferido para o km 59, junto a Praça de Pedágio que está no km 60.
A Balança de pesagem da rodovia BR 277, km 63 está localizada em frente ao Jardim Libanópolis.
Antes da rodovia ser pedagiada em 1996, neste local ficava o posto da PRF – Polícia Rodoviária Federal, que foi transferido para o km 59, junto a Praça de Pedágio que está no km 60.
Câmeras na Rodovia
A Ecovia que é a administradora da rodovia BR 277, tem uma estrutura de monitoramento em pontos estratégicos.
A Ecovia que é a administradora da rodovia BR 277, tem uma estrutura de monitoramento em pontos estratégicos.
Quando visitar o site procure pela câmera do Km 63.
Serviços Básicos no Libanópolis
- A comunidade é servida de água tratada,
energia elétrica, recolhimento de lixo orgânico e seletivo, telefone, internet,
sendo que o serviço de esgoto é deficitário.
O vilarejo não possui posto médico, falta
telefone público e caixa de coleta dos correios.
Há problemas nas calçadas com dificuldade de
acessibilidade em ambos os lados das ruas e acessos e nos becos da comunidade.
As tratativas básicas são atendidas plenamente
pela Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais.
Recolhimento de Lixo
- Cada são-josefense produz 800 gramas de lixo
por dia, o resultado é toneladas diárias de detritos.
Com as novas leis e regras relativas ao
recolhimento de lixo porta a porta, a comunidade começa a se preparar ao novo
sistema de seleção e coleta de lixo que em breve será empregado pela
Prefeitura.
Dias de Coleta:
Lixo Seletivo
- Não há recolhimento.
Lixo Zero
- É expressamente proibida à colocação de LIXO, caliça, podas sobre a calçada ou via pública
fora do dia e hora de recolhimento, acarretando multa para o infrator.
Como Separar o Lixo
Doméstico:
- Não misture Recicláveis com Orgânicos.
- Coloque os Plásticos, Vidros, Metais e Papéis
em sacos separados.
- Lave as embalagens do tipo Longa Vida, Latas,
Garrafas e Frascos de Vidro e Plástico.
- Seque-os se possível, mas retire todo o
líquido, antes de depositar nos Coletores.
- Papéis devem estar secos. Podem ser dobrados,
mas não amassados.
- Embrulhe Vidros quebrados e outros materiais
cortantes em papel grosso (do tipo jornal) ou coloque-os em uma caixa para
evitar acidentes.
- Garrafas e Frascos não devem ser misturados
com os Vidros Planos.
- Outros Materiais como Caliça, Móveis, restos
de Vegetação e Poda, existem áreas específicas que a Prefeitura disponibiliza,
são depósitos de passagem espalhados pela cidade.
- Não jogue lixo e materiais fora dos locais de
recolhimento, não provoque poluição, isto é um retorno negativo para sua
própria vida, como enchentes e doenças.
Passe esta Ideia!
Ajardinamento –
Praças e Passeios
A comunidade não possui uma praça montada, o
espaço de ginástica e cancha de areia possui uma manutenção satisfatória.
Existem problemas com as calçadas e passeios
públicos.
Energia Elétrica
- A energia elétrica é fornecida pela COPEL,
problema de ligações clandestinas que a comunidade está enfrentando para dar
uma solução.
Correios
O Código de Endereçamento: 91900-410
- A comunidade é servida por todos os serviços
de entrega da EBCT, mas é carente de caixa coletora dos Correios, e alguns
endereços em áreas irregulares carecem do serviço.
Economia P
- Por ser uma comunidade de trabalhadores que
se deslocam a outros locais da cidade, a comunidade tem pouca atividade
econômica, entre: - entidades, pequenas empresas e profissionais autônomos de
prestação de serviços presentes no vilarejo, conforme relação abaixo:
- Estabelecimentos comerciais, instituições e
entidades na Comunidade:
Associação dos
Moradores do Jardim Libanópolis
Igreja Evangélica
Marcenaria
Norte Velho
Capela N.
S. da Conceição Aparecida
Costureira
Casa de Religião Africana
Mini Mercado
Oficina Mecânica
Consultora Natura
Confecção – Costureira
Supermercado
Open
Rua Ozório Dulcidio de Andrade, 230
Dedetizadora
Litorânea
Categoria: Dedetização, Desratização e
Descupinização
Endereço: Rua João Oliveira Silva, 520
CCB
Libanópolis
Rua João de Oliveira Silva, 900
41 33852727
A comunidade tem prestadores de serviços nas mais
diversas áreas:
- Pedreiro
- Carpinteiro
- Azulejista
- Pintor
- Encanador
- Eletricista
- Serralheiro
- Técnico em Informática
As donas de casas do Jardim Libanópolis também
complementam a renda familiar como consultoras de produtos ou revendas.
Prestigie nossas consultoras adquirindo
produtos:
Horários de Ônibus
- No Jardim
Libanópolis é muito complicado sair ou chegar, sem ter em mão os horários dos
poucos ônibus. Não é a empresa de transporte coletivo que se adéqua a necessidade
da comunidade e sim ao contrário, assim o deslocamento fica prejudicado.
Duas linhas de ônibus operam na comunidade, e
outras duas passam próximo, junto à rodovia BR 277, mas também contribui.
Linhas:
E78 – Curitiba/Roseira, intermunicipal, saída do Terminal Guadalupe
em Curitiba, é uma linha circular, com rota de ida e volta diferente, passa por
dentro do Libanópolis.
110 –
Libanópolis, municipal,
saída do Terminal Afonso Pena, em São José dos Pinhais, esta linha tem
integração com o sistema Urbs e Comec, passa por dentro do Libanópolis.
E76 –
Curitiba/Posto Paris (via Roseira), intermunicipal, saída do
Terminal Guadalupe, em Curitiba, circula pela BR 277, indo até a praça de
pedágio e voltando pela BR 277, sem passar por dentro do Libanópolis.
- Ao sair de sua residência, os moradores do Jardim Libanópolis sempre tem que consultar a grade de horários, mas pior que isso é perder o horário do veículo, as vezes não sobrando outra opção senão ir de pé até o bairro Borda do Campo junto ao Posto Paris, para alcançar as linhas que lá atendem.
E76 – Curitiba/Posto Paris (via Marinage), intermunicipal, saída do Terminal Guadalupe, em Curitiba, circula pela BR 277 entrando a esquerda da comunidade na Alameda Berlim em direção ao Marinage, as pessoas do Jardim Libanópolis, tem que descer junto ao ponto da Passarela do Libanópolis.
E76 – Curitiba/Posto Paris (via Marinage), intermunicipal, saída do Terminal Guadalupe, em Curitiba, circula pela BR 277 entrando a esquerda da comunidade na Alameda Berlim em direção ao Marinage, as pessoas do Jardim Libanópolis, tem que descer junto ao ponto da Passarela do Libanópolis.
Lista de
Horários:
Paradas
da linha 110 LIBANÓPOLIS.
Sentido:
Libanópolis via Alameda Berlim
19
pontos
Terminal
Afonso Pena
4890
Avenida Rui Barbosa, São José dos Pinhais
Av.
Rui Barbosa, 4351
4765
Avenida Rui Barbosa, São José dos Pinhais
Av.
Rui Barbosa, 4345
Av.
Rui Barbosa, 4061
4121
Avenida Rui Barbosa, São José dos Pinhais
Av.
Rui Barbosa, 3739
3800
Avenida Rui Barbosa, São José dos Pinhais
Av.
Rui Barbosa, 3395
SN
Avenida Rui Barbosa, São José dos Pinhais
Br-277,
8142-8250
Travessia
BR 277, São José dos Pinhais
Br-277,
8982-9230
Br-277,
9338-9342
6500
Rodovia Br 277, Sem Denominação 3
Br-277,
9628-9676
Avenida
Renault, 876
Estrada
Da Roseira, 353-385
Rua
João Persegona Zen, Borda do Campo de São Sebastião
Estrada
Da Roseira, 673-723
650
Estrada Da Roseira, Borda do Campo de São Sebastião
Estrada
Da Roseira, 1050-1230
Estrada
Da Roseira, 500
Alameda
Berlim, 2-312
Br-277
Br-277
Rua
Ozório Dulcídio De Andrade, 105
Rua
Alzira Pilar Andrade, Borda Do Campo De São Sebastião
Saúde
- O Jardim
Libanópolis é carente de UBS – Unidade Básica de Saúde, onde seus moradores
tem que se deslocar até ao bairro Borda do Campo para qualquer consulta ou
emergência. Esta foi a maior perda da comunidade que já era tão carente de serviços.
Educação
- Esta foi a maior perda da comunidade que já era tão carente de serviços.
A Escola Rural Onofre Soares, foi até 2013 a
única escola do Jardim Libanópolis,
depois de uma batalha jurídica, a comunidade perdeu seu único elo direto com a
educação.
Endereço: BR 277, km 63, S/N,
Telefone: 41 33858899
https://youtu.be/uhtgQVq5KVE
Escola privada
e rural
Modalidade: ensino regular, creche (0 a 3
anos), pré-escola (4 e 5 anos) e ensino fundamental.
Estrutura: Sala de diretoria, sala de
professores, laboratório de informática, cozinha, biblioteca, parque infantil,
banheiro adequado à educação infantil e pátio coberto.
Recursos: videocassete, aparelho de DVD, Retro
retroprojetor, Som aparelho de som, projetor multimidia - datashow, 13 salas
existentes, 2 equipamentos de TV, 2 copiadoras, 3 impressoras, 12 computadores
na escola, 2 para uso administrativo, 10 para uso dos alunos, 17 funcionários, acesso
a internet e banda larga.
Visita de alunos a Empalux
Conheça um pouco da história da instituição,
Escola
Rural Onofre Soares:
Em 2013, com cerca de 200 alunos e 17
funcionários da Escola Rural Onofre Soares, em São José dos Pinhais, estão
apreensivos em relação ao futuro da instituição, que corre o risco de ter suas
atividades limitadas no ano que vem. Imbróglio judicial pode fazer com que
parte dos alunos perca o acesso gratuito ao ensino em tempo integral. Já os
trabalhadores não sabem se continuaram atuando na escola.
Fundada há 27 anos, a Escola Rural Onofre
Soares é entidade beneficente que se mantém exclusivamente de doações de amigos
e parceiros do projeto. No local, 220 crianças com idades entre 2 e 15 anos
recebem educação em período integral, com direito a alimentação.
Todas as crianças são moradoras das comunidades
do Libanópolis e Santa Tereza.
“São localidades muito pobres que precisam do
trabalho que realizamos aqui”, explica Alice Curi, diretora da escola.
Em 2010, após crise financeira iniciada, o terreno da escola foi leiloado por dívidas trabalhistas de sua ex-mantenedora, a Faculdade Espírita.
Em 2012, uma empresa de transportes arrematou a
área e a prefeitura desapropriou no mesmo ano por decreto, para conseguir
manter a escola no local. Por meio desta guerra jurídica a instituição vem
mantendo suas atividades escolares.
Porém, segundo a direção da escola, neste ano a
prefeitura decidiu municipalizar a administração da instituição.
Pátio Interno
Em setembro de 2013, seus dirigentes foram
surpreendidos pelo aviso que no primeiro semestre de 2014 todo o prédio será
gerenciado pela prefeitura. Nesse aviso não há detalhamento do funcionamento
escolar e quantas crianças serão atendidas.
“Comissão da prefeitura veio ao local para nos
comunicar que tentará manter a escola como está, mas os argumentos foram
superficiais”, conta Alice.
Ainda de acordo com a diretora, devido ao
processo de comodato do terreno, acordo para convênio está descartado por
motivos legais. “Segundo o que nos passaram, as leis não permitem que o terreno
passe novamente para a entidade que o perdeu por questões tributárias. Então
estamos de certa forma de mãos atadas e não sabemos o que vai acontecer. Se a
prefeitura assumir mesmo do jeito que estão falando, nossos funcionários não
vão poder continuar, porque não são concursados, e as metodologias educacionais
que aplicamos aqui há quase 30 anos, e que têm funcionado, também não devem
continuar”, lamenta Alice.
Atendimento
aos Carentes
A diretora Alice Curi afirma que a escola
também é vital nas ações de atendimento social da região. “Além de manter a
nossa escola, também ajudamos muito a população local com cestas básicas e
doando os alimentos excedentes da instituição. Três asilos daqui da região
também são ajudados por nós. Então, não é só a escola. Há muito mais coisa
envolvida. Por isso tem que continuar do jeito que está, seja público ou não”,
ressalta Alice Curi.
Coral
Emcanto
O coral Emcanto, um projeto cultural mantido
pelo Instituto Empalux na Escola Rural Onofre Soares, realizou o Show “A
alegria de ser Brasileirinho”, no dia 27 de novembro, no SESC da Esquina, em
Curitiba. A apresentação teve um repertório com músicas de Haydée Gorosito, que
compôs algumas canções especialmente para a apresentação.
Haydée se emocionou ao ouvir suas músicas
cantadas pelas crianças. “Eles realizaram o que eu queria, que era ser feliz
através da música”, conta.
Coral Emcanto
Para a idealizadora do projeto e diretora do
Instituto Empalux, Raquel Rossi, a apresentação é o fruto do esforço e dos
ensaios realizados durante o ano pelas crianças, professores e voluntários. “A
música constrói muita coisa, traz paz, união e alegria para toda a família”.
Solução
No dia 18 do mês passado, o advogado e membro
da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil do Paraná,
Estevão Pontes, entrou com representação no Ministério Público para tentar
solução para o caso.
“A escola nunca recebeu nenhum tipo de ajuda do
município. O que querem fazer não tem sentido, já que querem colocar nova
escola no lugar onde já existe uma funcionando e com custo muito mais baixo”,
afirma.
Prefeitura informa o fechamento a comunidade
Municipalização
Inevitável
Em nota ao Paraná Online, a prefeitura de São
José dos Pinhais informa que em 2012 foi procurada pelos responsáveis pela
Escola Onofre Soares, que relataram que o terreno tinha sido leiloado por
dívidas fiscais federais. Para continuar atendendo a comunidade, o município
declarou a área como utilidade pública “em tempo hábil, tendo em vista que o
terreno já havia sido leiloado e o arrematante, uma empresa particular,
aguardava apenas a carta de arrematação para dar início à demolição de toda a
estrutura constante no terreno que adquiriu”. O valor pago pela área foi
integralmente usado para saldar as dívidas com a União.
Segundo o comunicado, “desde 2012, quando
procuraram a prefeitura como último recurso, os responsáveis tinham ciência que
uma vez que a prefeitura adquirisse a área, para manter a escola, a municipalização
era inevitável”.
A administração explica que era impossível
firmar convênio com os administradores, “pois isso depende de uma série de
documentos e requisitos fiscais os quais não podem atender”.
Amparo
A Secretaria de Educação está levantando o
número de crianças atendidas para dar continuidade à prestação do serviço à
comunidade. “Ninguém ficará desamparado e nenhum atendimento será interrompido
com a municipalização”, ressalta.
A prefeitura não descarta acordo para que os
atuais administradores atuem como colaboradores e apoiadores com projeto para o
local. Destaca ainda que o processo de municipalização será concluído após a
emissão de documento de posse do município, o que deve ocorrer em 2014.
Brincadeiras na Escola Rural
Saneamento
Tratamento de
Efluentes
- A SANEPAR - Companhia de Saneamento Básico do
Estado do Paraná, responsável pela captação e tratamento dos efluentes
domésticos, não tem cobertura total sobre as residências do Jardim Libanópolis, de forma que,
direta ou indiretamente, muitas casas ainda lançam seu esgoto a céu aberto ou
em fossa sépticas, e o mesmo acaba indo para o rio.
Este é um aspecto negativo presente na
comunidade, em 2018, o que não concordamos com esta condição.
Os motivos que impedem que o poder público
resolva este problema são alheios a vontade da comunidade, desta forma elaborar
soluções é a alternativas, uma vez que o problema do esgoto é um conhecido
causador de doenças, e ambiente adequado para proliferação de pragas como
insetos e ratos.
Segurança
No Jardim Libanópolis a segurança é realizada pela Guarda Municipal de
São José dos Pinhais, na planta propriamente, pela guarda municipal de
Piraquara até a divisa municipal e pela Policia Militar do Paraná.
Ainda é possível não ser
severo com a segurança, sair e deixar a porta aberta e retornar, e, encontrar
tudo intacto (mas sempre é melhor não facilitar).
Pessoas com más intenções
estão em todo lugar, então é melhor não confiar a primeira vista em todo mundo.
Imóveis
Quem faz uma busca pelo Jardim Libanópolis na internet, muitas vezes está a procura de um
terreno com um baixo custo para morar ou fazer um investimento.
É um local relativamente tranquilo, mas você
não deve esperar uma calmaria total, como acontece em qualquer local, as vezes
algumas pessoas cometem alguns excessos.
O interessado deve ter atenção à documentação
do terreno do seu interesse, visto que alguns são ocupados clandestinamente, e
portanto, são um investimento muito arriscado.
Estimativa da
População e Número de Domicílios por Bairro
Fontes: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) e Secretaria Municipal de Planejamento e
Desenvolvimento Econômico
Notas:
¹ Bairros atualizados, criados e
delimitados conforme as Leis Complementares nº 45/2009 e nº 112/2016.
² Bairros que não foram
considerados urbanos pelo IBGE no período do Censo 2000, portanto, não possuem
dados populacionais.
³ No ano 2000 o bairro Colônia
Rio Grande era denominado Zaniolo; o bairro Parque da Fonte era denominado
Independência; e o bairro Santo Antônio era denominado Colônia Rio Grande.
Bairro
|
2000
|
2010
|
Variação no Período (%)
|
Área (Km²)
|
Nº Domicílios (Em 2010)
|
Academia
|
1.297
|
1.995
|
53,81
|
3,15
|
612
|
Afonso Pena
|
9.219
|
10.119
|
9,76
|
3,30
|
3.268
|
Águas Belas
|
2.959
|
2.805
|
-5,20
|
1,19
|
859
|
Área Inst. Aeroportuária
¹
|
—
|
415
|
—
|
6,62
|
114
|
Aristocrata
|
2.629
|
4.352
|
65,54
|
2,01
|
1.355
|
Arujá
|
632
|
585
|
-7,44
|
7,68
|
162
|
Aviação
|
3.838
|
5.225
|
36,14
|
1,21
|
1.614
|
Barro Preto
|
621
|
692
|
11,43
|
2,56
|
221
|
Bom Jesus
|
3.334
|
3.028
|
-9,18
|
0,73
|
1.102
|
Boneca do Iguaçu
|
5.652
|
5.927
|
4,87
|
1,36
|
1.867
|
Borda do Campo
|
12.697
|
18.198
|
43,33
|
11,97
|
5.450
|
Cachoeira ¹
|
—
|
1.278
|
—
|
17,20
|
382
|
Campina do Taquaral ¹
|
—
|
1.342
|
—
|
10,68
|
424
|
Campo Largo da Roseira ²
|
—
|
968
|
—
|
17,01
|
282
|
Centro
|
7.847
|
8.115
|
3,42
|
2,51
|
2.772
|
Cidade Jardim
|
10.513
|
11.199
|
6,53
|
2,58
|
3.452
|
Colônia Rio Grande ³
|
2.082
|
2.610
|
25,36
|
3,07
|
834
|
Contenda ¹
|
—
|
825
|
—
|
8,80
|
247
|
Costeira
|
4.023
|
8.147
|
102,51
|
5,49
|
2.481
|
Cristal ¹
|
—
|
3.363
|
—
|
2,00
|
970
|
Cruzeiro
|
9.814
|
11.052
|
12,61
|
2,16
|
3.458
|
Del Rey ²
|
—
|
1.719
|
—
|
5,49
|
525
|
Dom Rodrigo ²
|
—
|
616
|
—
|
5,76
|
173
|
Guatupê
|
15.738
|
16.743
|
6,39
|
6,14
|
4.935
|
Iná
|
7.129
|
12.316
|
72,76
|
3,67
|
3.844
|
Ipê
|
11.677
|
14.436
|
23,63
|
9,18
|
4.252
|
Itália
|
5.785
|
7.560
|
30,68
|
2,53
|
2.225
|
Jurema ¹
|
—
|
4.371
|
—
|
5,73
|
1.244
|
Miringuava ¹
|
—
|
4.118
|
—
|
4,70
|
1.237
|
Ouro Fino
|
3.612
|
5.966
|
65,17
|
2,30
|
2.020
|
Parque da Fonte ³
|
15.454
|
21.849
|
41,38
|
5,27
|
6.788
|
Pedro Moro
|
3.019
|
4.434
|
46,87
|
1,03
|
1.485
|
Quissisana
|
10.870
|
11.958
|
10,01
|
2,67
|
3.532
|
Rio Pequeno
|
7.454
|
8.063
|
8,17
|
5,53
|
2.372
|
Roseira de São Sebastião
|
1.412
|
3.318
|
134,98
|
6,96
|
993
|
Santo Antônio ³
|
6.615
|
11.789
|
78,22
|
2,59
|
3.801
|
São Cristóvão
|
1.518
|
1.751
|
15,35
|
0,60
|
564
|
São Domingos
|
2.815
|
3.027
|
7,53
|
1,25
|
986
|
São Marcos ¹
|
8.910
|
8.881
|
45,89
|
10,65
|
2.689
|
São Pedro
|
4.072
|
3.500
|
-14,05
|
1,13
|
1.121
|
Zacarias
|
—
|
507
|
—
|
3,55
|
158
|
Infraestrutura
A infraestrutura no Jardim Libanópolis, está a 5 km da comunidade no Bairro Borda do
Campo, devido a carência no próprio local.
Se você tiver um veículo, moto ou carro, não
vai ter problemas, caso contrário, deve providenciar ao menos uma bicicleta, ou
vai se sentir limitado devido a distância e ao horário precário de ônibus.
Mas a tendência da comunidade é que os serviços
disponíveis aumentem gradativamente, com o crescimento demográfico.
Informações
Gerais
Próximo a
BR 277, junto ao Libanópolis:
Empresas próximas Passarela Jardim Libanopólis,
Sao Jose dos Pinhais, PR
Estância Engenho Velho
Móveis Rústicos Piloni
Rodovia Br 277 km 63 Numero 14555 - Borda do
Campo, São José dos Pinhais - PR, 83075-584, Brasil ≈ 68 m
Expresso Mercúrio
BR-277, 75 - São Sebastião, São José dos
Pinhais - PR, 83065-160, Brasil ≈ 0.14 km
Iap Centro Paraná Floresta
BR-277, 13 - São Sebastião, São José dos
Pinhais - PR, 83075-000, Brasil ≈ 0.14 km
Construtora A Gaspar
BR-277, 73 - São Sebastião, São José dos
Pinhais - PR, 83075-000, Brasil ≈ 0.14 km
Texaco Brasil
BR-277, 73 - São Sebastião, São José dos
Pinhais - PR, 83000-000, Brasil ≈ 0.14 km
Marinage Cosméticos Comércio e Representação
63 - São Sebastião, São José dos Pinhais - PR,
83075-000, Brasil ≈ 0.14 km
Petronil Comércio de Plásticos
BR-277, 63 - São Sebastião, São José dos
Pinhais - PR, 83301-970, Brasil ≈ 0.14 km
Impercron Produtos para Construção Civil
BR-277, 67 - São Sebastião, São José dos
Pinhais - PR, 83075-000, Brasil ≈ 0.14 km
Perdigão Agroindustrial
BR-277, 67 - São Sebastião, São José dos
Pinhais - PR, 83075-000, Brasil ≈ 0.14 km
Bicho's Pet Shop
BR-277, 67 - São Sebastião, São José dos
Pinhais - PR, 83000-000, Brasil ≈ 0.14 km
CARGRAPHICS
Rod BR-277, - km-62/63 - Borda Campo - São José
dos Pinhais, PR - CEP: 83075-000
(41) 3616-8300
IP COMÉRCIO EXTERIOR
Rod BR-277, 15552 - Km 63 - Borda Campo - São
José dos Pinhais, PR - CEP: 83075-000
(41) 3941-0662
A Passarela Amarela
No Jardim Libanópolis, moradores reivindicaram
anos por uma passarela sobre a BR 277 para evitar os atropelamentos, com
famílias mutiladas pela perda, principalmente pelo desembarque do ônibus em
frente a gráfica e travessia pela BR 277 diariamente.
Moradores
de um bairro de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba,
realizaram um protesto na BR-277, neste domingo (8), por volta das 17h. Eles
querem que a empresa Ecovia, concessionária que administra a estrada, instale
uma passarela na região, para diminuir o número de atropelamentos que acontecem
entre o km 60 e o km 63. A estrada liga Curitiba ao litoral paranaense.
Em 08 de janeiro de 2012, protesto no km 63, em São
José dos Pinhais, causou 7 km de filas, diz PRF.
Concessionária
alega que não recebeu pedido dos moradores.
(Foto: Divulgação/Ecovia)
Segundo
Silvana Silva, que mora no local, os moradores já fizeram diversos pedidos à
empresa. “Eles dizem que não podem fazer a passarela por ser uma área rural,
mas há uma escola do outro lado da rodovia”, conta.
Procurada
pelo G1, a Ecovia disse que nunca recebeu qualquer reivindicação a respeito da
passarela. A empresa alega não tem autonomia para decidir onde devem ser
instaladas novas passarelas, apenas o Governo.
O
protesto bloqueou a pista no sentido Curitiba, por cerca de meia hora. Segundo
a Polícia Rodoviária Federal, o bloqueio dos moradores gerou cerca de sete
quilômetros de congestionamento. O trânsito na região é intenso devido ao
elevado número de motoristas que retornam do litoral em direção à capital e
interior.
O Revés
Passarela Amarela Km 63
Entidades do Libanópolis
Trabalhos Sociais
CAJA:
A Casa de Apoio Joanna de Angelis - CAJA iniciou seus trabalhos em maio de 2012, na comunidade do Jardim Libanópolis em São José dos Pinhais - PR. As atividades prestadas atualmente pela CAJA incluem o estudo da doutrina espírita, a entrega mensal de cestas básicas, além de doações diversas (material escolar, roupas, brinquedos, etc.) e eventos ao longo do ano.
Há 4 anos, as atividades acontecem em uma estrutura pequena, um imóvel alugado, com 2 peças, cuja área interna possui menos de 50 m². Atualmente, frequentam mais de 140 pessoas a cada sábado, em sua maioria crianças e jovens.
Aos sábados, no horário das 09h15 às 11h15, é servido um lanche e após são feitas atividades de estudo em sete grupos distintos.
Venha descobrir qual trabalho que mais se identifica, temos várias frentes de trabalho. Você pode ser voluntário no estudo e evangelização das crianças, dos jovens, ou no grupo de estudo das mães, pode servir o lanche nos sábados de manhã, ajudar na assistência social (entrega das cestas básicas, doações de roupas e utensílios), pode estar na frente de organização de eventos, dentre várias outras atividades.
Traga sua energia contagiante e trabalhar pelo presente e futuro dessas crianças e jovens!
Para mais informações, acesse: caja.self.org.br
Curta nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/caja.libanopolis/
Segundo o deputado a DER-PR se comprometeu a levar o pleito a concessionária ECOVIA, responsável pelo trecho para análise de viabilidade da obra.
Cronologia do Libanópolis
Prefeitura, Datas e Eventos
Em 15 de janeiro de 2012, Alex Purkote esteve no meio do protesto o qual moradores pedem passarela no Jardim Libanópolis em São José dos Pinhais. Mais de nove mortes já ocorrem na BR 277 neste trecho por falta da passarela. A comunidade aguarda um parecer da Ecovia.
Em 19 de janeiro de 2012, o deputado federal Leopoldo Meyer (PSB-PR) esteve na sede da DER-PR (Departamento de Estradas e Rodagens) para tratar da reivindicação da comunidade do Jardim Libanópolis que fica as margens da BR-277- sentindo litoral, para a construção de uma passarela para que a população possa atravessar sem correr riscos de atropelamento.
Deputado Leopoldo Meyer
Segundo o deputado a DER-PR se comprometeu a levar o pleito a concessionária ECOVIA, responsável pelo trecho para análise de viabilidade da obra.
Ônibus
Meyer solicitou também a URBS a adequação na linha de ônibus que atende a comunidade, para que seja estudada a possibilidade do ponto final ser dentro do bairro evitando que a população tenha que atravessar a rodovia quando desce do ônibus ou tenha que pagar uma passagem a mais para retornar do ponto final sentindo ao bairro Libanópolis.
Protesto
Os moradores do jardim Libanópolis realizaram um protesto no último domingo (15) interditando a BR 277. Os moradores realizaram o protesto pela segunda vez, logo após a morte de uma senhora que foi atropelada na via a duas semanas.
LEI Nº 2154, DE 24 DE ABRIL DE 2013,
DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL, A ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DA ESCOLA RURAL ONOFRE SOARES DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS.
Representantes da comunidade escolar foram recebidas na Prefeitura e novo encontro com a comunidade foi marcado
Em 21 de maio de 2013, com o apoio da Prefeitura de São José dos Pinhais, através da Secretaria de Planejamento, a SANEPAR realiza, nesta terça-feira (21), a partir das 14 horas, uma ação na Igreja Nossa Senhora Aparecida, no Jardim Libanópolis – na Borda do Campo, para atendimento à população.
Neste dia serão resolvidas questões como contas atrasadas, água cortada, valores elevados da conta, e ainda a inclusão no programa Baixa Renda, ou renovação do cadastro no programa Tarifa Social, que dá desconto na conta de água.
O munícipe ainda poderá obter informações sobre o uso racional da água, o uso correto da rede de esgoto e a limpeza da caixa de água.
Em 21 de janeiro de 2014, terça-feira, na Prefeitura de São José, a secretária de Educação Neide Setim recebeu mães de alunos da Escola Onofre Soares na Prefeitura de São José dos Pinhais para explicar as medidas que foram tomadas para atender as crianças da comunidade neste ano letivo.
A escola foi desativada pois a entidade mantenedora – a Fudanção Espírita – perdeu o terreno da escola em leilão devido a dívidas fiscais. Para não deixar os pais e alunos desamparados, a Prefeitura interveio.
O plano inicial era desapropriar o terreno comprado em leilão e municipalizar a escola, no entanto, depois de uma análise e avaliação feita pela Prefeitura, foi levantado que a escola se encontrava em área não edificada (muito próxima a BR-277) e ainda, em uma área de preservação ambiental, inviabilizando assim a continuidade do projeto neste local.
A Prefeitura, após notificação judicial na Vara Fazenda Pública de São José dos Pinhais no dia 10 de janeiro, decidiu não levar em frente a compra, mas mesmo assim, já havia encaminhado as 124 crianças para outras unidades de ensino da rede municipal de ensino.
As crianças do ensino fundamental irão para a Escola Maria Leni Haluch e os alunos menores para o CMEI Borda Viva – unidade recentemente inaugurada através de uma pareceria com a Renault.
A Secretaria de Educação também garantiu transporte público com monitor para todos os alunos do ensino fundamental e uma van para as crianças da educação infantil.
A secretária de Educação Neide Setim colocou sua pasta à disposição para quaisquer dúvidas que a comunidade venha a ter e também na facilitação do processo de transição. “Não estamos brincando de fazer educação e vamos garantir para essas crianças um bom ensino e segurança no deslocamento para a escola. Agradecemos essas mães por terem vindo representar o Libanópolis tão bem, mostrando uma verdadeira liderança”.
Acompanhadas da vereadora Mari Temperasso, as mães Claudete, Irma, Rosangela e Silvana apresentaram as reivindicações dos pais e saíram satisfeitas com os esclarecimentos prestados pela Secretaria de Educação.
Ao final da reunião, foi marcado um encontro no bairro entre a Secretaria de Educação e os pais dos alunos da Escola Onofre Soares.
Vereadores Tadeu Camargo, Lucia Stoco e Sylvio Monteiro respondem questionamentos da população e falam sobre melhorias
Em 28 de março de 2015, sábado, o presidente da Câmara Municipal, vereador Sylvio Monteiro, reuniu-se com moradores do Jardim Libanópolis, localidade que fica no bairro Borda do Campo, para tratar de assuntos de interesse da comunidade.
A reunião também contou com a presença da vereadora Lucia Stoco, que é uma das representantes da Borda do Campo, e do vereador Tadeu Camargo. Os residentes da região, que somaram em torno de 50 pessoas, fizeram questionamentos aos vereadores e ocorreu uma espécie de “bate-papo”, onde dúvidas foram tiradas e esclarecidas.
Entre os vários assuntos pautados, o principal deles foi uma breve discussão sobre a importância de se alcançar a marca de 200 mil eleitores no município de São José dos Pinhais. Muitos dos que vivem no município possuem títulos de outra cidade da Região Metropolitana de Curitiba. Se os títulos de fora forem transferidos para cá, os moradores poderão fazer reivindicações e o município terá uma quantidade maior de eleitores, o que aumentará a importância da cidade a nível estadual e federal.
Atualmente, o Jardim Libanópolis não possui nenhuma escola, as crianças precisam se deslocar até regiões mais afastadas para terem acesso a educação. A região também não dispõe de serviços médicos e por esse motivo os moradores têm que ir se consultar em outros bairros. “Juntos iremos conseguir mudar esse quadro. O Jardim Libanópolis precisa de escola e saúde adequada. Vamos entrar em contato com o Executivo e cobrar para que tais melhorias sejam trazidas para o local”, diz o presidente Sylvio Monteiro.
Morador do bairro Libanópolis participando da conversa com os vereadores
No dia 26 de julho de 2015, a Capela de Santa Ana e São Joaquim, localizada no Bairro Dom Rodrigo, em São José dos Pinhais - PR completou seu primeiro centenário. Tive a satisfação de poder resgatar um pouco desta história através de depoimentos. O vídeo foi apresentado para a comunidade no ano passado, durante a programação especial em comemoração aos 100 anos de fundação da Capela. Obrigada a todos que me ajudaram no resgate desta importante e bonita história! - Franciele Stoco.
LEI Nº 2631, DE 14 DE SETEMBRO DE 2015.
INCLUI NO CALENDÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS A FESTA EM LOUVOR A NOSSA SENHORA APARECIDA, NO JARDIM LIBANÓPOLIS.
Autor: Projeto de Lei nº 593 de autoria da Vereadora Lucia Stocco
A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica declarado como Evento Popular Oficial do Município de São José dos Pinhais, a Festa em louvor a Nossa Senhora Aparecida, realizada anualmente no dia 12 de Outubro, na Igreja Nossa Senhora Aparecida, no Jardim Libanópolis.
Art. 2º A partir desta Lei, a Festa em louvor a Nossa Senhora Aparecida será incluída no calendário de eventos deste Município, a realizar-se no Jardim Libanópolis.
Art. 3º Esta Lei entra em vigor a partir de sua data de publicação.
Gabinete do Prefeito Municipal de São José dos Pinhais, 14 de Setembro de 2015.
Antônio Benedito Fenelon
Prefeito Municipal em exercício
Adriano Marcus Carias Mulhsted
Secretário Municipal de Governo
Em 20 de fevereiro de 2016, (sábado), o Rotary Club de Curitiba promoveu entrega de uniformes para as crianças atendidas pela Casa de Apoio Joanna de Angelis – CAJA, localizada no Jardim Libanópolis, região metropolitana de Curitiba. Ao todo, foram doados mais de 80 uniformes, custeados pelo Fundo de Ação Social do Curitibão e pelo Distrito 4730 de Rotary International.
A entrega de uniformes contou com a presença dos companheiros do Rotary Club de Curitiba, organizada pela comissão de Serviços à Comunidade deste Rotary Club.
Apoiada pela Sociedade Espírita Laços Fraternos – SELF, a Casa de Apoio Joanna de Angelis atende mais de 80 crianças e adolescentes, que podem encontrar nas manhãs de sábado um complemento para a educação básica, além da proposta de um caminho espiritual cristão. O trabalho também se estende às mães, que encontram nesta Entidade aconselhamentos e o apoio necessário para a educação dos filhos.
Em 25 de maio de 2017, adolescentes participantes do Plantando Esperança, que habitam na comunidade Libanópolis e Cras Regional Boqueirão realizaram visitas ao Instituto Tibagi nos dias 16 e 18 de maio, com o intuito de descobrir novas oportunidades nas áreas de Mecânica, Eletromecânica e Manutenção Automotiva. No dia 25 de maio visitaram o IFPR, onde tiveram a chance de conhecer os cursos gratuitos que a instituição oferece, além de esclarecerem dúvidas e curiosidades.
Referências à Comunidade
Congr. Intern. Pedagogia Social July. 2012
O impacto do programa de desenvolvimento de comunidade na visão das famílias
Josefa Janete de Azevedo; Sônia Maria Chaves Haracemiv
UFPR. E-mail: janete.azevedo2@gmail.com
UFPR. E-mail: sharacemiv@gmail.com
RESUMO
Esta dissertação teve como foco registrar e analisar o impacto do Programa de Desenvolvimento de Comunidade e Cidadania-PDC, a partir da voz da comunidade Jardim Libanópolis no Município de São José dos Pinhais, no Estado do Paraná, procurando refletir coletivamente as práticas socioeducativas levando-as em conta o processo de mobilização, participação e organização comunitária, nas ações do Projeto Núcleo Familiar, Projeto Estrela Guia Projeto Adolescente em ação pela Paz e Projeto Pequeno Cidadão. A relevância desse trabalho deveu-se ao fato de que até então não se tinha registros da evolução do PDC e de que forma foram significativas na vida pessoal, familiar e comunitária, e que mudanças foram promovidas. Considerando a educação como processo que ocorre ao longo da vida em todos os espaços sociais, fenômeno que modifica comportamento e visão de mundo, essa reflexão foi dirigida a partir das experiências das práticas educativas, de trocas e aprendizagens entre as pessoas no âmbito comunitário. Perspectiva que foi consubstanciada do conhecimento da realidade sócio educacional da pesquisadora, que ao longo do trabalho social de extensão universitária vem sendo associado ao cotidiano das famílias. A metodologia na qual se baseou o estudo foi fundamentada na pesquisa qualitativa, de caráter exploratório, descritivo e influenciada pela pesquisa-ação, pois a pesquisadora é autora do PDC, coordenadora técnica-pedagógica, orientou e supervisionou estágio curricular obrigatório de Graduação e Pós-Graduação em Serviço Social das Faculdades Integradas Espírita, cujo campo de estágio é a referida comunidade. Dessa forma manteve vínculo direto e constante, condição propicia para fazer uma reflexão com base empírica e teórica, assim sendo, essa investigação foi concebida e realizada em estreita associação com ações desenvolvidas no PDC. Essa estratégia de pesquisa possibilitou o movimento: ação, reflexão e nova ação coletiva, participativa e ativa dos atores sociais. Para nortear a reflexão buscou-se discutir algumas categorias que envolveram a mobilização, a participação e organização social no contexto socio-comunitário. A investigação teve como documento base o cadastro social das famílias atendidas no referido programa comunitário, para seleção das vinte e seis famílias pesquisadas, foram considerados como participantes da pesquisa pessoas idosas e adultas, categorizando-os em três momentos: a construção do perfil dos moradores, o grau de mobilização, participação e organização dos sujeitos e o impacto das ações do PDC no olhar dos participantes. Os resultados da pesquisa enquanto indicadores analisados apontaram a necessidade de mudanças profundas e imediatas junto ao poder público municipal e estadual.
O Distrito Sede
Bairro Borda do Campo
Subprefeitura
(Foto:
Silvio Ramos/PMSJP)
População:
Segundo o censo demográfico realizado pelo
IBGE, em 2010 existiam 18.198 habitantes no bairro, dos quais 8.959 eram do
sexo masculino e 9.239 do feminino. Com relação à raça ou cor, 12.162 pessoas
se declararam brancas; 5.176 pardas; 728 pretas; 101 amarelas; e 31 indígenas.
A média de idade dos habitantes era de 28,3
anos.
Território:
Situado a 11 km do centro da cidade, o Borda do
Campo possui uma extensão territorial de aproximadamente 12 km². O bairro
compreende as chácaras Bel Verde; os jardins Dom Bosco, Q’Sonho, Santa
Catarina, Edna, Perbiche e Triângulo; o parque Santo Antônio; as plantas Auri
Verde, Correia Lima, Roseli, Nemari I, Nemari II, Nemari III, Nemari IV e
Virgínia; o residencial Claret; além das vilas Martinópolis, Martins e Santa
Thereza. Faz divisa com os bairros Dom Rodrigo, Roseira de São Sebastião,
Cristal, área rural do Município e a cidade de Piraquara.
O
bairro Borda do Campo é um dos bairros mais populosos do município.
Em
2018, pouco mais de 17 mil pessoas moram no local, demonstrando o crescimento
que a região sofreu nas últimas décadas.
Em
2000, o número de habitantes girava em torno de 12.700 pessoas.
Esse
crescimento é um reflexo das melhorias realizadas na região, principalmente, depois
da chegada da empresa automobilística Renault, em 1996. Antes disso, o bairro
possuía um número bem reduzido de habitantes.
No
entanto, a história do bairro Borda do Campo começa bem antes. Na década de
1960, preocupados com a distância percorrida pelos filhos para chegarem as
escolas do centro, um grupo de pais solicitou aos padres monges, a criação de
uma escola mais próxima a Borda do Campo. O senhor Generoso Rocha fez a doação
de um de seus terrenos para a construção. A escola Tiradentes foi criada em
1971 e funciona até os dias de hoje, com ensino fundamental e médio. Está
localizada na Rua Chapecó.
Até
1991, o Colégio Tiradentes dividia espaço com uma escola municipal, que recebeu
um terreno próprio e construiu sua sede. Em homenagem ao proprietário do
terreno e morador antigo da Borda do Campo, o escola passou a se chamar Escola
Municipal Franco da Rocha. Está localizada na Rua Canoinhas.
Também
na década de 1970, começou a construção da BR-277, principal ligação entre
Curitiba e o porto de Paranaguá. Essa obra também estimulou o desenvolvimento
local, motivando indústrias e moradores a se instalarem no local.
O
bairro Borda do Campo está localizado às margens da BR-277, cruzando a rodovia
em alguns trechos.
A
distância para o centro de São José dos Pinhais é de 17 quilômetros.
A
região possuiu um dos maiores índices de criminalidade no município. Várias
ocorrências são registras na Borda Campo, geralmente, impulsionadas pelo
tráfico de drogas.
Equipamentos
Públicos:
Educação:
Escola Municipal Prof. Genoveva Sicuro de Brito
– Ensino Fundamental (Rua Acre, 1.158 – CEP: 83.040-030).
O bairro Borda do Campo possui os seguintes
equipamentos públicos:
Assistência Social:
Centro de Referência da Assistência Social –
CRAS Affonso Celso de Araújo Franco (Rua Joana Percegona Zen, 78 – CEP:
83.075-310).
Centro de Juventude (Rua Leôncio Correa, 311 –
CEP: 83.075-296).
Cultura:
Biblioteca Pública Borda do Campo (Estrada da
Roseira, 5.800 – CEP: 83.075-010).
Educação:
Centro Municipal de Atendimento Educacional
Especializado Madre Teresa de Calcutá – CEMAE Borda do Campo (Rua dos Monges
Beneditinos, 186 – CEP: 83.075-320).
Centro Municipal de Educação Infantil Borda
Viva (Rua Evelize Aparecida Rosseti Mendes, 200 – CEP: 83.075-270).
Centro Municipal de Educação Infantil Caminhos
da Serra (Rua Vereador Altivir Stoco, 57 – CEP: 83.075-350).
Centro Municipal de Educação Infantil Cantinho
do Céu (Rua Diolinda Ricardina de Jesus, 150 – CEP: 83.075-240).
Centro Municipal de Educação Infantil Luiz
Stocco (Rua Marina Coelho, 91 – CEP: 83.075-295).
Centro Municipal de Educação Infantil Sabiá
Laranjeira (Estrada da Roseira, 5.850 – CEP: 83.075-010).
Colégio Estadual Tiradentes (Rua Chapecó, 300 –
CEP: 83.075-170).
Colégio Estadual Zilda Arns Neumann (Rua Manoel
Correa, 500 – CEP: 83.075-272).
Escola Municipal Antônio Franco da Rocha –
Ensino Fundamental (Rua Canoinhas, 250 – CEP: 83.075-050).
Escola Municipal Prefeito Francisco Ferreira
Claudino – Ensino Fundamental (Rua Matilde Brantil de Paula, 635 – CEP:
83.075-508).
Escola Municipal Prof. Maria Leni Haluch de
Bastos – Ensino Fundamental (Rua Ângelo Sgarbe, 333 – CEP: 83.075-280).
Esporte e Lazer:
Academia da Terceira Idade (Av. dos Bosques,
s/nº – CEP: 83.075-180).
Academia da Terceira Idade (Estrada da Roseira,
s/nº – CEP: 83.075-010).
Academia da Terceira Idade (Rua Leôncio Correa,
s/nº – Centro da Juventude – CEP: 83.075-296).
Academia da Terceira Idade (Rua Manoel Tiburcio
Machado, 637 – Centro de Esporte e Lazer Borda do Campo – CEP: 83.075-390).
Academia da Terceira Idade (Rua Marginal BR 277,
s/nº).
Campo de Futebol (Rua Julia da Costa, s/nº).
Cancha de Futebol de Areia (Rua Canoinhas, s/nº
– Praça da Borda do Campo – CEP: 83.075-050).
Centro de Esporte e Lazer Borda do Campo –
Roberto Cichella (Rua Manoel Tiburcio Machado, 637 – CEP: 83.075-390).
Pista de Caminhada (Rua Manoel Tiburcio
Machado, 637 – Centro de Esporte e Lazer Borda do Campo – CEP: 83.075-390).
Pista de Skate (Rua Canoinhas, s/nº – Praça
Borda do Campo – CEP: 83.075-050).
Meio Ambiente:
Capela Mortuária Municipal Borda do Campo (Rua
Canoinhas – esquina com Estrada da Roseira, s/nº – CEP: 83.075-050).
Cemitério Municipal Borda do Campo (Estrada da
Roseira, s/nº – CEP: 83.075-010).
Prefeitura:
Administração Regional Borda do Campo (Estrada
da Roseira, 5.800 – CEP: 83.075-010).
Saúde:
Unidade de Saúde Borda do Campo (Estrada da
Roseira, 5.850 – CEP: 83.075-010).
- Responsável por atender uma população de mais
de 30 mil pessoas, a Subprefeitura Regional da Borda do Campo de São José dos
Pinhais realiza uma média de 2.100 atendimentos por mês para serviços como
ofertas de emprego, emissão de Carteira de Trabalho, parcelamento do IPTU,
entre outros. De janeiro até agora mais de 10.800 pessoas já foram atendidas.
A Subprefeitura presta atendimento ainda para
os bairros Roseira de São Sebastião e Dom Rodrigo. Em média, são atendidas mais
de 130 pessoas todos os dias.
Localizada na Estrada da Roseira, nº 5.800, a
Unidade tem como objetivo descentralizar os serviços públicos básicos
oferecidos pelas 23 secretarias municipais, executando políticas públicas de
acordo com as necessidades da região.
No mesmo endereço estão localizados o Centro da
Juventude, Ginásio de Esportes, espaço comunitário e a Capela Mortuária. “São
oferecidos diversos serviços da Prefeitura para que a comunidade não tenha que
se descolar até a região central”, todos são bem vindos. Nossas equipes
trabalham o máximo para agilizar e prestar um bom atendimento, destaca Pedro
Boava, coordenador das subprefeituras de São José dos Pinhais.
Serviços
Oferecidos:
Secretaria de Trabalho
Cadastro do trabalhador
Encaminhamento para emprego
Informações sobre cursos profissionalizantes
Ministério Trabalho e Emprego
Emissão da 1ª e 2ª via da carteira de trabalho
Alteração de nome do trabalhador
Secretaria de Finanças
2ª via de carnê de IPTU
Parcelamento de IPTU, dívida ativa
Guia de IPTU atualizada para pagamento
Secretaria de Meio Ambiente
Coleta de entulhos
Coleta de galhos
Coletas de madeiras
Coletas de óleo vegetal
Podas de arvores e vias públicas roçadas em
vias públicas
Limpeza de terrenos baldios
Solicitação de denuncias e fiscalização
Secretaria de Viação e Obras Públicas
Tapa buracos e recuperação de vias
Melhorias em Vias Públicas
Recuperação de calçadas e ciclovias
Manutenção de bueiros e da rede drenagem
Limpeza de galerias de captação de água pluvial
Limpeza de valetas
Secretaria de Urbanismo
Denúncias e fiscalização
Informações da troca de lâmpadas e postes
Readequação de espaços públicos
Secretaria de Agricultura
Programa de troca de lixo reciclável por
verduras
Secretaria da Cultura
Biblioteca Pública
Acesso à Internet
Secretaria de Habitação
Informações de cadastramento nos programas
habitacionais
Fiscalização de áreas irregulares
Secretaria de Esporte e Lazer
Academias ao ar livre
- O
bairro Borda do Campo é um dos bairros mais populosos do município.
Em
2018, pouco mais de 17 mil pessoas moram no local, demonstrando o crescimento
que a região sofreu nas últimas décadas.
Em
2000, o número de habitantes girava em torno de 12.700 pessoas.
Esse
crescimento é um reflexo das melhorias realizadas na região, principalmente, depois
da chegada da empresa automobilística Renault, em 1996. Antes disso, o bairro
possuía um número bem reduzido de habitantes.
No
entanto, a história do bairro Borda do Campo começa bem antes. Na década de
1960, preocupados com a distância percorrida pelos filhos para chegarem as
escolas do centro, um grupo de pais solicitou aos padres monges, a criação de
uma escola mais próxima a Borda do Campo. O senhor Generoso Rocha fez a doação
de um de seus terrenos para a construção. A escola Tiradentes foi criada em
1971 e funciona até os dias de hoje, com ensino fundamental e médio. Está
localizada na Rua Chapecó.
Até
1991, o Colégio Tiradentes dividia espaço com uma escola municipal, que recebeu
um terreno próprio e construiu sua sede. Em homenagem ao proprietário do
terreno e morador antigo da Borda do Campo, o escola passou a se chamar Escola
Municipal Franco da Rocha. Está localizada na Rua Canoinhas.
Também
na década de 1970, começou a construção da BR-277, principal ligação entre
Curitiba e o porto de Paranaguá. Essa obra também estimulou o desenvolvimento
local, motivando indústrias e moradores a se instalarem no local.
O
bairro Borda do Campo está localizado às margens da BR-277, cruzando a rodovia
em alguns trechos.
A
distância para o centro de São José dos Pinhais é de 17 quilômetros.
A
região possuiu um dos maiores índices de criminalidade no município. Várias
ocorrências são registras na Borda Campo, geralmente, impulsionadas pelo
tráfico de drogas.
O Município Sede
Cidade de São José dos Pinhais
As
Colônias de São José dos Pinhais
- São
José dos Pinhais, município brasileiro do estado do Paraná, situado na Grande
Curitiba, região metropolitana.
Dados Estatísticos
Instituto
Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social http://www.ipardes.gov.br/cadernos/MontaCadPdf1.php?Municipio=83000
Etimologia
De
origem religiosa e geográfica. Homenageia ao santo padroeiro, São José, e aos
extensos pinheirais que cobriam o território municipal. O termo José é de
origem hebraica "Yosef", significando "Que Deus
multiplique". Mais tarde foi latinizado e aos poucos ficou "Joseph".
São José era carpinteiro em Nazaré e desempenhou papel de pai de Jesus. É
padroeiro de todos os que trabalham a madeira.
História
A
criação do município de São José dos Pinhais se deu através da Lei nº 10 da
então província de São Paulo, no dia 16 de julho de 1852, na qual definia que a
sede do município seria chamada Villa de São José dos Pinhais, sendo que o
estabelecimento político, com a instalação da Câmara dos Vereadores ocorreu em
08 de janeiro de 1853.
Em
27 de dezembro de 1897, a vila finalmente foi elevada à categoria de cidade.
Foi
na cidade que o ex-presidente da república, Nereu Ramos, morreu em um acidente
aéreo, na Colônia Murici.
É
também a cidade onde nasceu Ana Paula Caldeira, o primeiro bebê-de-proveta do
Brasil.
Geografia
O
município está localizado na Região Metropolitana de Curitiba, tendo como
limites: Pinhais e Piraquara ao norte; Tijucas do Sul ao sul; Morretes a
Guaratuba a leste; Curitiba, Fazenda Rio Grande e Mandirituba a oeste. Sua sede
está assinalada pelas seguintes coordenadas: 25º32'06" de latitude sul e
49º12'21" de longitude oeste do meridiano de Greenwich, ligando à capital
estadual, através da BR-376 num percurso de 7 km. O território do município
compreende uma área de 931,73 km².
Geologicamente,
os terrenos do município são de origem quaternário-pleistocênicas,
quaternário-holocênicas, arqueano-proterozoicas, proterozoico-cambrianas,
paleozoico-cambrianas e mesozoico-jurássico-cretáceas.
Os
tipos de solo existentes no município são gleissolo melânico, organossolo
mésico, latossolo bruno, argissolo vermelho-amarelo, latossolo vermelho,
cambissolo háplico, afloramentos de rocha e latossolo vermelho-amarelo.
A
altitude é de 906 metros, na sede municipal. O relevo do município é formado
pelo talvegue do Iguaçu a oeste e pela serra do Mar a leste, com altitudes que
oscilam entre 200 m e 1.300 m. São José dos Pinhais está localizada entre o
Primeiro Planalto Paranaense e a Serra do Mar.
Mata
de Araucárias
Na
época do Descobrimento do Brasil, em 1500, o município era coberto por
formações vegetais originais: estepe gramíneo lenhosa, floresta ombrófila mista
e floresta ombrófila densa. A argila constitui a principal riqueza natural do
município.
Segundo
a lista telefônica da Brasil Telecom, quatro olarias existem no município.
O
município é todo cortado de ribeirões e córregos. Seu principal acidente
geográfico, porém, é o rio Iguaçu, cuja nascente se verifica no município
vizinho de Piraquara e lhe serve de limite com o município de Curitiba.
Os
principais afluentes do rio Iguaçu em território são-joseense são os rios
Itaqui, Pequeno e Miringuava e o ribeirão da Cutia. Já, o ribeirão dos Simões,
o da Gama e o Rancho Grande, os rios Imbaú, da Prata, Guaratubinha, Arraial,
dos Quatis, Castelhanos, Capivari e São João correm da Serra do Mar para o
Oceano Atlântico. O ribeirão da Onça é o único tributário do rio da Várzea.
Clima
São
José dos Pinhais possui um clima subtropical úmido tipo CFB, com temperatura
média anual de 20 °C.
Devido
à altitude, a cidade possui grande variações na temperatura (cerca de 11 °C por
dia), além de grandes mudanças no clima em pouco tempo, como em setembro de
2006, quando a temperatura era de 1 °C no dia 7 e três dias depois ela subiu
para 33 °C. No verão, a temperatura máxima geralmente supera os 30 °C, podendo
atingir os 35 °C, mas à noite a temperatura cai muito: cerca de 15 °C. A
temperatura média no verão é de 22 °C.
A
temperatura mínima registrada na cidade foi de -6 °C, em 1975 e mais alta de 39
°C, no dia 9 de janeiro de 2003. No inverno, principalmente em junho e julho, a
temperatura máxima dificilmente supera os 18 °C e a mínima pode atingir os 5
°C. Porém, no mês de agosto, uma massa de ar seco e quente vai para o Sul do
Brasil, aumentando muito a temperatura, podendo até atingir os 30 °C. É comum
nesses meses acontecerem geadas, mas a ocorrência de neve é muito rara (a
última vez foi em julho de 2013).
Dados
climatológicos para São José dos Pinhais
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura
máxima média (°C) 25,6 25 23,3 21,3 18,6 18,4 19 20,2 21,4 22,9 24,3 23,9 22
Temperatura
média (°C) 20,8 20,4 18,6 16,2 13,5 13,1 13,5 14,7 16,3 17,9 19,2 18,8 16,9
Temperatura
mínima média (°C) 16 15,8 13,9 11,2 8,4 7,8 8 9,3 11,2 12,9 14,2 13,8 11,9
Precipitação
(mm) 178 145 117 74 82 85 73 72 103 123 97 132 1 281
Fonte:
Climate-Data.org
Demografia
São
José dos Pinhais é uma cidade média, a segunda mais populosa da mesorregião
Metropolitana de Curitiba. Sua população apurada pelos recenseamentos do IBGE
foram de 169 035 habitantes em 1996, de 204 216 habitantes no ano 2000 e de 264
210 habitantes em 2010. Em 2018, a população foi estimada pelo IBGE em 317 476
habitantes.
Política
O
prefeito atual é Toninho da Farmácia (Antônio Benedito Fenelon) (PSC) e o vice
Thiago Bührer - Gestão 2017-2020. A Câmara Municipal é formada por 21
vereadores.
Bairros
A
cidade é dividida em 39* bairros, sendo que os mais desenvolvidos estão
localizados perto do centro . Como podemos ver, os bairros perto do centro são
menores do que os mais afastados. A última separação de bairros em São José dos
Pinhais foi em junho de 2009.
01 -
Aeroporto
02 -
Academia
03 -
Afonso Pena
04 -
Águas Belas
05 -
Aristocrata
06 -
Arujá
07 -
Aviação
08 -
Barro Preto
09 -
Bom Jesus
10 -
Boneca do Iguaçu
11 -
Borda do Campo
12 -
Campina do Taquaral
13 -
Campo Largo da Roseira
14 -
Centro
15 -
Cidade Jardim
16 -
Colônia Rio Grande
17 -
Contenda
18 -
Costeira
19 -
Cristal
20 -
Cruzeiro
21 -
Del Rey
22 - Dom Rodrigo (Localização do Jardim Libanópolis)
23 -
Guatupê
24 -
Iná
25 -
Ipê
26 -
Jd Itália
27 -
Jurema
28 -
Ouro Fino
29 -
Parque da Fonte
30 -
Pedro Moro
31 -
Quissisana
32 -
Rio Pequeno
33 -
Roseira de São Sebastião
34 -
Santo Antônio
35 -
São Cristóvão
36 -
São Domingos
37 -
São Marcos
38 -
São Pedro
39 -
Silveira da Mota
40 -
Zacarias
Economia
Aeroporto
Afonso Pena, antes da expansão, localizado no bairro homônimo, em São José dos
Pinhais. O aeroporto foi o 10º mais movimentado, em número de passageiros, do
país em 2014.
São
José dos Pinhais possui uma economia influenciada pela presença do Aeroporto
Internacional Afonso Pena, e de grandes fábricas de autopeças, que vieram
juntamente com a instalação de das montadoras de automóveis, bem como suas
fornecedoras. É o terceiro polo automotivo do Brasil, abrigando montadoras da
Volkswagen, Audi, Nissan e Renault. A cidade também é sede da famosa rede de
perfumes e cosméticos O Boticário e a empresa de alimentos Nutrimental.
O
comércio de São José dos Pinhais é autônomo em relação à capital, distante do
centro da cidade apenas 10 km, com grandes supermercados, shopping center e
enorme variedade de lojas, que concentra-se especialmente nas mediações da Rua
XV de Novembro, desde a ampla Praça da Matriz até encontrar-se com a BR 376;
A
agricultura também é destaque, sendo São José dos Pinhais o maior produtor de
olerícolas da região e principal fornecedor do CEASA de Curitiba.
Shopping
São José
O
Shopping São José foi inaugurado em Setembro de 2008 conta com mais de 150
lojas e 5 salas de cinemas multiplex, da rede Cinemark. O Shopping já se tornou
referência na cidade por seus eventos voltados às crianças.
Turismo
São
José dos Pinhais possui alguns pontos para a visitação, sendo:
Praça
Verbo Divino
É a
maior praça de São José dos Pinhais, nunca está fechada e a entrada é gratuita.
A praça contém uma pista de skate, quadra de futebol de areia, parques infantis
simples (balanço, gangorra e escorregador), academia ao ar livre para a 3ª
idade, e locais para caminhar. Nos feriados, a praça contém mais brinquedos
infantis; várias barracas que vendem objetos comuns, comidas e objetos mais
raros de encontrar. Às Terças-feira tem a feira da noite que vende desde frutas
e verduras à comidas e lanches. Está localizado na esquina da rua Dr. Claudino
dos Santos e Dr. Veríssimo Marques.
Praça
Getúlio Vargas
Praça
localizada na Rua XV de Novembro no centro da cidade. Até o começo de 2011, a
praça abrigou o terminal urbano central. Com a mudança do local das paradas de
ônibus a praça passou por um processo de revitalização, entre eles, a reforma
do monumento de destaque: A antiga caixa d'água. O ponto de visitação recebeu
melhorias como: troca de piso, arborização, bancos, parque infantil, iluminação
especial para a caixa d'água, módulo da guarda municipal, espelho d'água e
chafariz. Revitalização entregue em 2012.
Caminho
do Vinho
O
Caminho do Vinho é uma rota rural com mais de 30 produtores de vinho em São
José dos Pinhais, localizada na Colônia do Mergulhão, funciona durante o ano
todo fornecendo vinhos, queijos e doces de diversos tipos, a culminância do
Caminho do Vinho dá-se na
Festa do Vinho
Festa em que o turista é recepcionado por estudantes de turismo locais e moradores da região trajados tipicamente como italianos. A festa acontece anualmente em Agosto.
Festa do Vinho
Festa em que o turista é recepcionado por estudantes de turismo locais e moradores da região trajados tipicamente como italianos. A festa acontece anualmente em Agosto.
Casa
do Papai Noel
A
casa do Papai Noel fica aberta no mês de Dezembro, variando de ano a ano a data
de início e término, todos os dias. Nela há várias lojas que vendem enfeites
natalinos, parque para as crianças, pequenas praças e a casa do Papai Noel, que
é onde as crianças pedem seus presentes. Está localizado longe do centro da
cidade, perto da Avenida Rui Barbosa. Está aberta de segunda à sexta das 17:00
às 22:00 horas, aos sábados e domingos, ela abre um pouco mais cedo, às 16:00 e
fecha no mesmo horário de segunda à sexta. Para entrar nos dias de comemorações
as pessoas pagam ingresso. As escolas podem levar seus alunos para visitarem o
local à tarde, das 14:00 às 16:00, sem custo.
Rio
de Una
Conhecido
pelo hotel "La Dulce Vita", este lugar fica na divisa de São José dos
Pinhais e de Tijucas do Sul.
Parque
de São José dos Pinhais
É um
espaço verde, pertencente à prefeitura municipal, criado em 2011. É o primeiro
parque do município, com a característica esportiva. Fica às margens do rio
Iguaçu e possui diversos espaços para caminhada/corrida, prática e esportes,
parquinho infantil, local para exercícios de cães e lagos para pesca. Neste
parque também estão o Jardim das Sensações, o horto municipal e o Batalhão da
Polícia Ambiental do Paraná.
Eventos
Carnaval
de Bonecos
Acontece
sempre uma semana antes do Carnaval com tradicional desfile dos bonecos da
cidade, os bonecos geralmente desfilam também em Antonina na semana de
Carnaval.
Festa
da Cidade e Festa do Pinhão
Já
participaram dos grandes roteiros de Tchê Garotos, Raimundos, Os Serranos e
outros grupos musicais de grande reputação nacional.
Festa
da Colheita, da Murici, do Morango
São
grandes festas que agitam a região das colônias com muita comida e tradição das
colônias europeias que por lá vivem.
Educação
Possui
diversas instituições de ensino superior, como: PUC - Campus 2, a Faculdade das
Indústrias - FAMEC e a FAE.
Esporte
Independente
Futebol São-Joseense e o Sport Clube São José são os clubes de futebol da
cidade. O Clube União Esportivo São José e o representante local do futebol
feminino, que já conquistou o campeonato paranaense e, por indicação da
Federação Paranaense de Futebol, foi o representante do Paraná na Copa do
Brasil de Futebol Feminino de 2007. No passado também participaram do
Campeonato Paranaense de Futebol o PAVOC, o Clube Esportivo e Recreativo São
José, o Mixto Futebol Clube e o Cabral
Futebol Clube.
Centro
de Esporte e Lazer Ney Braga
É o
maior ginásio de esportes de São José dos Pinhais, com quadras para basquete
vôlei e canchas de futsal.
Transporte
A
cidade de S. José dos Pinhais é servida pelas seguintes rodovias:
BR-376,
ligando à BR-101 e ao litoral de Santa Catarina
BR-277,
ligando ao litoral paranaense
Contorno
Leste de Curitiba
Cidades
irmãs
Polónia
Poznań, Grande Polônia, Polônia
Portugal
Montemor-o-Velho, Distrito de Coimbra, Portugal
Chile Los Ángeles, Biobío, Chile
Referências Bibliográficas SJP:
«Toninho da Farmácia é Prefeito Eleito de São
José dos Pinhais pelo PSC na coligação SÃO JOSÉ MELHOR» Eleições 2016 - 1° de
janeiro de 2017
«Divisão Territorial do Brasil». Divisão
Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia
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